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O que você precisa saber sobre imóveis compactos: tendência que veio para ficar

Quem está pesquisando imóveis para comprar ou alugar já se deparou com muitos anúncios de studios e imóveis compactos. Essa é uma forte tendência do mercado imobiliário brasileiro principalmente em grandes capitais como São Paulo e cidades litoraneas impulsionada pelo novo perfil de consumidor e pela busca por praticidade no dia a dia.

Os imóveis compactos surgiram para atender a um público que quer conforto, localização estratégica e qualidade de vida, sem necessariamente ter um grande espaço. Jovens profissionais, estudantes, solteiros e casais que passam a maior parte do tempo fora de casa têm guiado o crescimento desse mercado.

📈 A demanda está crescendo

Mesmo que apartamentos com dois dormitórios ainda liderem os lançamentos, os compactos ganham participação ano após ano. Quando a oferta cresce, é sinal de que o consumidor está mudando seu comportamento e as construtoras estão acompanhando essa nova realidade.

🏘 Quem procura imóveis compactos?

✅ Jovens que buscam independência
✅ Pessoas que trabalham ou estudam perto de centros comerciais
✅ Quem passa pouco tempo em casa e quer praticidade
✅ Investidores em busca de alta liquidez para locação

Muitos desses novos empreendimentos estão concentrados em regiões próximas a transporte público, universidades e polos empresariais, o que aumenta sua valorização e a facilidade de locação.

✅ Vantagens de comprar um imóvel compacto

Preço final menor do que imóveis maiores

  • Economia no dia a dia: menos limpeza, menos mobília e menor consumo de energia
  • Infraestrutura moderna: áreas comuns completas, tecnologia e segurança
  • Alta rentabilidade para quem deseja investir em locação
  • Localização privilegiada na maioria dos empreendimentos

💡 Vale lembrar que o preço por m² tende a ser maior já que estamos falando de áreas reduzidas em locais muito valorizados.

⚠ Quando não é a melhor escolha?

Para quem já tem filhos ou planeja aumentar a família, a falta de divisórias e privacidade pode pesar. Além disso, quem gosta de receber visitas frequentes ou precisa de espaço para home office talvez precise considerar metragens um pouco maiores.

Tudo depende do estilo de vida e do que cada comprador considera prioridade.

🎯 Compactos: oportunidade real para moradia e investimento

Os imóveis compactos já não são apenas uma moda: eles refletem a transformação social e econômica das grandes cidades. Se a expectativa do morador ou investidor está alinhada à proposta do imóvel, o resultado tende a ser muito positivo.

fonte: publicidadeimobiliaria.com – 29/10/2025

Do lazer ao investimento, entenda os motivos para ter uma casa na praia

Confira 7 motivos para ter uma casa na praia

Seja para escapar da rotina da cidade, buscar momentos de lazer, ou mesmo ampliar oportunidades de investimento, ter um imóvel na praia pode oferecer uma série de vantagens e possibilidades! Quem mora em cidades longe da praia, costuma ter na rotina viagens ao litoral. Finais de semana de sol, feriados prolongados e férias são oportunidades indispensáveis e essas viagens ficam mais acessíveis ao ter um imóvel próprio. 

Se você é uma das pessoas que considera adquirir uma casa no litoral – Balneário Camboriú , continue a leitura e confira sete motivos para considerar essa escolha.

1. Refúgio e lazer disponível a qualquer momento

A possibilidade de escapar da agitação da cidade e desfrutar de momentos de lazer à beira-mar é um dos principais atrativos de ter um imóvel na praia. 

Tendo seu próprio apartamento, você tem um refúgio constante para fins de semana, férias ou feriados, garantindo momentos relaxantes e revigorantes sempre que quiser.

Isso pode significar incluir muito mais momentos de lazer na sua vida. Afinal, não é necessário planejar e gastar com hospedagem. É claro que um imóvel demanda outros gastos, mas a longo prazo, o investimento pode valer a pena.

2. Flexibilidade para viajar

A conveniência de ter um espaço próprio para curtir e relaxar sempre que quiser é uma das vantagens mais atraentes.

O preço da hospedagem acaba variando ao longo do ano, sendo mais caro em altas temporadas, o que pode tornar a viagem inviável. Já quem opta por alugar casas ou apartamentos, pode se deparar com a falta de disponibilidade, já que os negócios costumam ser fechados com antecedência. 

Considerando isso, ao ter seu apartamento na praia, você pode decidir viajar no mesmo dia, simplesmente checando a previsão do tempo e colocando o pé na estrada. Na verdade, você nem precisa se deter aos dias de sol! Afinal, é possível aproveitar a maresia, a tranquilidade do litoral e o clima de praia sem nem pôr os pés na areia.

3. Bem-estar e saúde mental

Estar próximo ao mar tem benefícios comprovados para a saúde mental. O som das ondas, o ar marinho e a tranquilidade contribuem para reduzir o estresse, aumentar a sensação de relaxamento e proporcionar um ambiente propício para o descanso.

Ou seja, descansar no litoral tem o potencial de relaxamento duplicado. E, com certeza, ao flexibilizar o planejamento, esse descanso é ainda mais acessível.

4. Estilo de vida diferenciado

Além dos benefícios de bem-estar, um apartamento na praia proporciona um estilo de vida mais descontraído e conectado com a natureza. A oportunidade de desfrutar da beleza natural do litoral é um privilégio único e pode oferecer experiências memoráveis e muito especiais para você e toda família.

5. Opção de renda extra

Além de ser um local para usufruir com total flexibilidade, um apartamento na praia ainda pode se transformar em uma fonte de renda extra. Alugar o imóvel por temporada, quando não estiver em uso, pode ajudar a cobrir despesas ou gerar um lucro adicional.

Com planejamento, você pode usar o local e ainda garantir algum lucro.

6. Potencial de valorização

Investir em uma propriedade litorânea pode ser uma excelente oportunidade de investimento a longo prazo. Geralmente, áreas próximas ao litoral tendem a se valorizar ao longo do tempo, especialmente com o crescimento do turismo na região.

7. Possibilidade de moradia na aposentadoria

Ter um apartamento na praia pode ser um investimento pessoal a longo prazo, planejando a possibilidade de se mudar permanentemente para o litoral após a aposentadoria. Esse planejamento oferece a oportunidade de aproveitar a melhor idade em um ambiente sereno e agradável.

Conclusão

Ter um apartamento na praia vai além do simples investimento imobiliárioé a oportunidade de criar um espaço pessoal para lazer, descanso e até mesmo um projeto de vida futuro. No entanto, é importante avaliar cuidadosamente todos os aspectos envolvidos na compra de um imóvel no litoral, considerando as necessidades individuais e objetivos pessoais.

Fique por dentro das principais notícias e dicas do mercado imobiliário com a Marconatto Imóveis. Além de conteúdo relevante sobre o segmento, trazemos dicas personalizadas para quem quer comprar, vender ou alugar imóveis em Balneário Camboriú – Santa Catarina.

Como Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú em 2025: Guia Completo

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é o sonho de muitos brasileiros que buscam qualidade de vida, valorização imobiliária e a chance de viver em uma das cidades mais desejadas do Brasil. Para ajudar quem está planejando essa conquista, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber antes de fechar negócio.

Por que Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú?

Balneário Camboriú é conhecida como a “Dubai Brasileira” pela modernidade dos prédios, infraestrutura de alto padrão e valorização constante do mercado imobiliário. Além disso, a cidade oferece:

  • Localização estratégica no litoral catarinense;
  • Qualidade de vida, segurança e lazer;
  • Forte potencial de valorização para investidores;
  • Alta demanda por aluguel de temporada e anual.

Passo a Passo para Comprar seu Imóvel

1. Defina seu orçamento

Antes de iniciar a busca, é essencial saber quanto pode investir, considerando entrada, parcelas e custos adicionais.

2. Escolha a região certa

Cada bairro de Balneário Camboriú tem um perfil:

  • Centro: praticidade, comércio e serviços próximos.
  • Pontal Norte: contato com a natureza e vista privilegiada.
  • Barra Sul: alto padrão, gastronomia e vida noturna.

3. Visite o imóvel e avalie detalhes

Observe posição solar, andar, vista, infraestrutura do prédio e taxas de condomínio.

4. Documentação e segurança jurídica

Verifique escritura, matrícula atualizada e certidões negativas. Um corretor credenciado ajuda a evitar problemas.

5. Financiamento ou pagamento à vista

Compare taxas bancárias, condições de crédito e benefícios para compra à vista.


Custos Extras na Compra de um Apartamento

Além do valor do imóvel, considere:


Dicas para Evitar Problemas na Compra

  • Sempre conte com um corretor de imóveis credenciado;
  • Pesquise o histórico da construtora e do prédio;
  • Leia atentamente o contrato antes de assinar.

Conclusão

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é um investimento seguro e um sonho possível. Com planejamento e orientação profissional, você pode encontrar o imóvel ideal para morar, investir ou passar férias inesquecíveis.

👉 Se você quer ajuda para encontrar o apartamento certo em Balneário Camboriú, fale agora com a equipe da Marconatto Imóveis.

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Novo modelo de financiamento imobiliário para imóveis de até R$ 1,5 milhão: entenda a proposta do governo

O governo federal estuda uma nova fórmula de crédito habitacional para imóveis de até R$ 1,5 milhão, com o objetivo de ampliar o acesso ao financiamento imobiliário para a classe média e garantir taxas competitivas. A proposta, liderada pelo Banco Central e já apresentada ao presidente busca responder à queda na participação da poupança como fonte de recursos do setor e à necessidade de estimular o mercado imobiliário.

Segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), a participação da poupança no funding do crédito imobiliário caiu de 46% em 2021 para apenas 32% no fim de 2024. Diante desse cenário, o governo quer acelerar mudanças para manter o ritmo de crescimento do mercado e ampliar as opções de financiamento para compradores.

Dois pilares da proposta

A proposta em estudo envolve dois eixos principais:

1. Liberação gradual dos compulsórios

Atualmente, 65% dos depósitos da poupança precisam obrigatoriamente ser direcionados ao crédito imobiliário, 20% ficam retidos no Banco Central e os 15% restantes são de uso livre pelos bancos. O novo modelo prevê um mecanismo de incentivo: para cada R$ 1 a mais concedido em financiamentos habitacionais, o banco liberaria um valor equivalente em recursos livres, abatido do compulsório.

Essa medida poderia injetar até R$ 80 bilhões no mercado, aumentando a liquidez e estimulando o crédito, sem recorrer à simples redução do compulsório alternativa defendida por parte do setor bancário.

2. Reformulação dos contratos atrelados ao IPCA

Os financiamentos indexados ao IPCA representam hoje apenas 2% das novas contratações devido à volatilidade da inflação, que torna as prestações imprevisíveis. O Banco Central avalia um novo modelo de amortização híbrida, que antecipe parte da quitação no início do contrato e empurre as maiores variações inflacionárias para o final do prazo.

O objetivo é tornar as parcelas mais previsíveis e seguras, aumentando a atratividade para mutuários e permitindo aos bancos captar mais recursos no mercado de capitais, reduzindo a dependência exclusiva da poupança.

Transição gradual e foco na sustentabilidade do crédito imobiliário

Segundo especialistas, como Ana Maria Castelo, economista do FGV Ibre, a grande preocupação é manter a oferta de crédito com custo compatível com a renda e o perfil de demanda do país.

Atualmente, cerca de 52% dos recursos da poupança já estão destinados ao financiamento habitacional, mas essa proporção vem caindo nos últimos anos com a diminuição dos depósitos na caderneta.

A expectativa é que, caso o novo modelo seja aprovado, a transição seja feita ao longo de até dez anos, garantindo que 100% do saldo da poupança seja direcionado para crédito habitacional, ao mesmo tempo em que o setor se ajusta para captar recursos também em outras fontes.

O que isso significa para o mercado e para corretores de imóveis

Para o mercado imobiliário, especialmente o segmento voltado à classe média, a proposta representa mais crédito, mais previsibilidade e maior alcance de potenciais compradores.

Para corretores de imóveis, isso pode se traduzir em mais oportunidades de vendas e na necessidade de atualização constante para orientar clientes sobre as novas modalidades de financiamento.

O novo modelo de financiamento habitacional para imóveis de até R$ 1,5 milhão pode abrir uma nova fase para o mercado imobiliário brasileiro, tornando o crédito mais acessível e previsível para a classe média. A medida também deve estimular a concorrência entre bancos e criar condições para um crescimento sustentável no setor nos próximos anos.

Fonte: publicidadeimobiliaria.com

A busca do primeiro imóvel! O grande Passo

Você já deve ter ouvido dizer que “sonhar grande ou sonhar pequeno dá o mesmo trabalho” (Jorge Paulo Lemann) – e a gente concorda. Então, já que o trabalho é inevitável, vamos em busca do sonho do primeiro imóvel?

“sonhar grande ou sonhar pequeno dá o mesmo trabalho” (Jorge Paulo Lemann)

Você finalmente decidiu dar o próximo passo em busca do primeiro imóvel e, após encontrar o local ideal, sua caminhada está apenas começando. Hoje te apresentamos os tipos mais comuns de financiamento imobiliário para te ajudar nesta próxima fase.

Tipos de financiamento

O financiamento tradicional é a modalidade mais comum para a compra de imóveis. Ele é oferecido por bancos e instituições financeiras e funciona da seguinte forma:

  • Prazos: Os prazos de pagamento podem variar de 5 a 30 anos, de acordo com a capacidade de pagamento do comprador.
  • Taxas de Juros: As taxas de juros podem ser fixas ou variáveis. As fixas oferecem mais previsibilidade nas prestações, enquanto as variáveis podem ter taxas menores no início do financiamento, mas podem sofrer oscilações ao longo do tempo.
  • Requisitos: Para obter um financiamento tradicional, é necessário ter um bom histórico de crédito, comprovar renda e dar entrada no imóvel.

Vantagens:

  • Acessibilidade: Esta é a modalidade mais acessível do mercado, com prazos e taxas de juros variados.
  • Previsibilidade: No caso das taxas fixas, as prestações não sofrem alterações durante o tempo do financiamento, o que facilita o planejamento financeiro.

Desvantagens:

  • Juros Altos: As taxas de juros podem ser altas, a depender do histórico de crédito
  • Entrada Alta: O valor da entrada pode ser alto, o que pode dificultar o acesso ao financiamento para quem não possui recursos próprios.

Financiamento Direto com o Vendedor: Neste tipo de financiamento, o comprador negocia diretamente com o vendedor, geralmente pagando uma entrada e parcelando o restante do valor diretamente com o vendedor, sem a necessidade de um banco ou instituição financeira intermediária.

Consórcio Imobiliário: Neste modelo, um grupo de pessoas se une para formar um consórcio e contribui com valores mensais. A cada mês, um ou mais membros são contemplados por sorteio ou lance e recebem uma carta de crédito para a compra do imóvel. Esse método não envolve juros, mas pode levar mais tempo para adquirir a propriedade.

Vale a pena saber:

Score de Crédito: o score de crédito é uma pontuação que avalia o histórico financeiro do consumidor, trazendo uma previsão do seu comportamento e momento econômico. Quanto mais alta a pontuação, melhor avaliado o consumidor é. Bancos e demais entidades podem consultar o Score na avaliação de um financiamento.

Open Finance: o Open Finance, ou sistema financeiro aberto, é a possibilidade de clientes de produtos e serviços financeiros permitirem o compartilhamento de suas informações entre diferentes instituições. É uma iniciativa que incentiva a concorrência e melhora a oferta de produtos e serviços financeiros para consumidores.

Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) é um programa do Governo Federal que visa facilitar o acesso à moradia para famílias de baixa renda. Para participar do programa, as famílias precisam atender a alguns requisitos, como:

  • Renda: A renda familiar bruta mensal deve ser de até R$8 mil para áreas urbanas e anual de R$96 mil para áreas rurais. O cálculo da renda bruta familiar considera todos os rendimentos dos membros da família, como salário, renda de trabalho autônomo, aposentadoria, pensão, aluguel, entre outros. Importante destacar que não são considerados benefícios temporários de natureza indenizatória, assistenciais ou previdenciários, como auxílio-doença, auxílio-acidente, seguro-desemprego, BPC e Bolsa Família.
  • Imóvel: A família não pode ser proprietária de outro imóvel urbano ou rural no país.
  • Faixas de Renda: O MCMV é dividido em três faixas de renda, com diferentes subsídios e condições de financiamento para cada faixa:

    Faixa 1: Renda bruta familiar mensal de até R$2.640,00 (urbana) ou R$31.680,00 anual (rural).

    Faixa 2: Renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400,00 (urbana) ou R$31.680,01 a R$52.800,00 anual (rural).

    Faixa 3: Renda bruta familiar mensal de R$4.400,01 a R$8.000,00 (urbana) ou R$52.800,01 a R$96.000,00 anual (rural).

Onde se inscrever:

As inscrições para o MCMV são geralmente feitas pela internet ou em órgãos públicos municipais e estaduais. É importante verificar no site da prefeitura ou do governo do seu estado como estão sendo feitas as inscrições no momento.

FGTS Futuro:

O FGTS Futuro é uma nova modalidade de financiamento habitacional que permite usar os depósitos futuros do FGTS para complementar a renda do comprador e aumentar as chances de conseguir um imóvel.

Funcionamento: O trabalhador autoriza a utilização dos depósitos futuros do FGTS como garantia para o financiamento.

Fonte: https://www.papoimobiliario.com/ – newsletter

Como solicitar redução ou pausa nas parcelas do financiamento Caixa? Entenda

A CEF resolveu ajudar os clientes durante a pandemia

No mês passado, a instituição divulgou novidades para quem possui crédito imobiliário. Agora, os clientes podem usar os meios facilitadores para pagamento do empréstimo. Isso significa solicitar redução ou pausa nas parcelas do financiamento Caixa. Dessa forma, o banco pretende ajudar famílias na reorganização das finanças durante a pandemia.

Como solicitar redução ou pausa nas parcelas do financiamento Caixa?

Antes de saber como solicitar redução ou pausa nas parcelas do financiamento Caixa, vamos entender um pouco mais acerca desse processo. Por exemplo, a modalidade da pausa permite ao usuário adiar pelo prazo de, no máximo, 6 meses, a quitação das parcelas. Contudo, tal modalidade está disponível apenas para aqueles que recebem seguro-desemprego ou auxílio emergencial do governo.

Assim, nessa situação, a prestação não paga pela pausa ou pela redução da parcela, vai ser incorporada no saldo devedor total do contrato. Em suma, o valor será diluído no que resta das parcelas.

Ademais, para aqueles que não fazem parte nem de um grupo nem de outro, é possível contar com o desconto de 25% pelos 6 meses próximos, ou 75% pelos 3 meses próximos. Conquanto, Pedro Guimarães, presidente da instituição, anunciou as novidades. Ele relata sentir certa empatia pelas famílias brasileiras que sofrem com os efeitos da pandemia.

O Feirão Digital da Caixa

Houve também o 1º Feirão Digital da Casa Própria. Este ocorreu do dia 25 do mês de junho ao dia 4 do mês de julho, tendo imóveis para financiamento de percentual de até 100%. Tal formato digital possibilitou que os cidadãos escolhessem um imóvel dentro da plataforma.

Foram ofertados aproximadamente 180 mil imóveis em todo o Brasil, com participação de aproximadamente 600 construtoras. Ademais, ainda estiveram disponíveis cerca de 1000 imóveis da Caixa tendo a possibilidade de 100% do financiamento do valor, sem o pagamento da entrada. Então, mais um atrativo oferecido foi a carência para pagar de, no máximo, 6 meses.

Para tais imóveis, a cobrança de taxas é com base na Taxa Referencial (TR) + 2,50% a.a + remuneração de poupança. Há também a redução da tarifa.

Pela primeira vez em toda a história da Caixa, bem como de qualquer outro banco, que imóveis foram 100% financiados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Conquanto, sem necessidade de dar entrada nos imóveis disponíveis. Mas, é importante ressaltar que é possível esse percentual para financiamento pela venda de imóveis de retomação.

Os interessados na participação do leilão digital fizeram uma simulação de financiamento dentro da plataforma deste evento. Assim, os correspondentes da Caixa atenderam via chat.

Solicitar redução ou pausa nas parcelas do financiamento Caixa é algo que pode ser feito para o interessado, mas desde que apresente uma declaração da perda da renda. Segundo Pedro Guimarães, essa solicitação deve ser feita pelo aplicativo Habitação Caixa, que está disponível para os sistemas Android e iOS. Ou ainda, pode-se contatar a Central de Atendimento no telefone 0800-1040104.

https://noticiasconcursos.com.br/como-solicitar-recucao-ou-pausa-nas-parcelas-do-financiamento-caixa/

Por Renata Schmidt Em 12/07/2021 às 2:36

Caixa vai financiar registro, escritura e ITBI para contratos residenciais

A Caixa anunciou hoje um pacote de medidas para o crédito imobiliário. Uma delas, que já está valendo, é o financiamento do ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) e das custas cartorárias para quem comprar um imóvel. Ou seja, em vez de a pessoa arcar com os custos no ato da transação, ela poderá adicionar o valor à parcela do financiamento imobiliário. A iniciativa, segundo a Caixa, é válida para todas as operações residenciais com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e, nas operações com recursos SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), para imóveis com valor de avaliação de até R$ 1,5 milhão.

Pedro Guimarães, presidente da instituição financeira, afirmou em transmissão pelo canal do Youtube da Caixa nesta quinta-feira, que a medida era uma demanda muito solicitada pelos clientes. “Como são custos da aquisição, faz muito sentido a Caixa incluir os valores no financiamento imobiliário”, afirma Guimarães. Vale lembrar que os bancos privados já oferecem essa modalidade de acrescentar o valor destas despesas no financiamento da casa própria.

De acordo com o vice-presidente de Habitação, Jair Mahl, são mais de R$ 2,5 bilhões de alívio para a economia. “Em vez de usar o recurso disponível no pagamento da documentação, o cliente pode usar o dinheiro para mobiliar a casa, por exemplo”, diz Mahl. O limite dos custos com a documentação é de 5% sobre o valor financiado pelo cliente para operações contratadas com recursos SBPE. Já com recursos do FGTS, o limite é de 4%. A Caixa explica que o total do financiamento do contrato do cliente (valor relativo à compra do imóvel + financiamento das custas cartorárias e ITBI) deve estar dentro dos limites aprovados, observando a capacidade de pagamento do cliente e o valor máximo permitido para o programa em que ele se enquadra. Atualmente, as despesas representam em torno de 2% a 5% do valor do imóvel e são pagas pelo comprador. O percentual varia de acordo com os valores praticados nas diversas regiões do país.

Com registro eletrônico, prazo cai de 45 para cinco dias

Outra medida anunciada é o registro eletrônico das escrituras para contratos de pessoa física de empreendimentos financiados pela Caixa, com troca de arquivos de dados estruturados entre o banco e o respectivo Cartório de Registro de Imóveis. “Com isso, o registro das operações, que antes levava em torno de 45 dias, poderá ser finalizado, em média, em cinco dias”, afirma o presidente da Caixa. Além de dispensar a necessidade de recebimento do contrato físico pelo cartório, o registro eletrônico traz benefícios para as construtoras e clientes que não precisam realizar o deslocamento. A adesão poderá ser feita a partir da próxima segunda-feira, dia 13 de julho.

Fonte: http://www.mercadoimobiliario.net/ 02/07/2020

Cartórios passam a registrar imóveis de forma eletrônica

Pelo menos nove Estados regulamentaram a prática em meio à pandemia

Não é mais preciso ir ao cartório para as operações de compra e venda de imóveis. Em nove Estados, pelo menos, as escrituras estão sendo feitas de forma on-line. O registro digital foi permitido recentemente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – para que o serviço não fosse paralisado em meio à pandemia – e o procedimento vem sendo regulamentada pelas corregedorias da Justiça.

Esse novo procedimento, além de desburocratizar o serviço, dá fôlego ao mercado imobiliário. A Loft, por exemplo, uma startup de compra e venda de imóveis, fechou duas operações de forma on-line neste mês. Uma delas em São Paulo. Na outra, em que adquiriu um imóvel no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, a vendedora estava em Paris.

“A escritura digital está superalinhada com a nossa proposta”, diz Bartolomeu Cavalcanti, gerente-geral da empresa. “Hoje, por meio da plataforma da Loft, é possível fazer todo o processo sem sair de casa, seja de compra ou de venda de um imóvel”, afirma.

A proprietária que estava em Paris submeteu o imóvel para a avaliação da empresa por meio do site. Foi feito um primeiro filtro, para verificar se estava dentro do padrão exigido (localização e liquidez no mercado). Depois, ela preencheu um formulário sobre o estado de conservação do imóvel, a empresa precificou e a negociação ocorreu de forma remota. O contrato de compra e venda também foi feito on-line e, por último, a escritura digital.

Foi a primeira transação nesse formato no Rio de Janeiro. Michelle Novaes, tabeliã substituta do 15º Ofício de Notas do Rio, onde a transação ocorreu, diz que, da forma tradicional, as partes teriam que dar entrada nas certidões de forma presencial, pagar o imposto de transmissão (ITBI) e depois de ter todos os documentos em mãos, o que levaria cerca de sete dias, agendariam um horário para comparecer novamente ao cartório e assinar a escritura.

No novo formato, afirma, tudo é feito de forma eletrônica. A etapa da escritura, com a Loft e a proprietária que estava em Paris, por exemplo, foi feita por videoconferência e a assinatura ocorreu por meio de certificado digital. “É tão seguro quanto fazer no cartório e é mais prático. Esperamos que esse novo procedimento fique de legado”, diz Michelle Novaes.

As transações on-line passaram a ser possíveis com a publicação do Provimento nº 95 do Conselho Nacional de Justiça, publicado no dia 1º de abril. A norma trata sobre o funcionamento dos cartórios durante o período de pandemia. Prevê que os serviços sejam prestados em todos os dias úteis e preferencialmente por regime de plantão à distância.

Esse provimento estabelece que as corregedorias da Justiça dos Estados – que fiscalizam os cartórios de notas – regulamentem a forma de funcionamento do serviço. Isso explica o fato de as normas variarem de um Estado para o outro e o de nem todos estarem aptos ainda para realizar o procedimento.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, as corregedorias de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Tocantins e Rio Grande do Norte estão entre as que já regulamentaram os atos eletrônicos dos cartórios.

“Trata-se de um grande passo para a desburocratização imobiliária”, diz Giselle Oliveira de Barros, presidente do Colégio Notarial do Brasil, a entidade que reúne todos os cartórios de notas. Ainda não há a informação de quantas escrituras digitais já foram realizadas no país, mas, segundo Giselle, “a demanda está alta”.

O advogado Ricardo da Rocha Neto, sócio do escritório Abe Giovanini, chama a atenção que além da compra e da venda é possível também fazer doações de imóveis de forma on-line. As regras para o procedimento no Estado de São Paulo, destaca, estão no Provimento nº 12, editado no dia 24 de abril.

“Há um impacto bastante positivo para o mercado imobiliário. Ao invés de se aguardar o fim da quarentena, as partes podem, na segurança das suas residências, dar andamento por videoconferência”, afirma o advogado.

Não dá para dizer que com o novo procedimento haverá aumento no número de negócios imobiliários, mas é fato que a escritura digital está viabilizando uma movimentação nesse setor, pondera o advogado Luís Rodrigo Almeida, sócio do escritório Dib, Almeida, Laguna e Manssur Sociedade de Advogados.

“Antes da quarentena, havia vendas engatilhadas e doações para fazer. E isso tudo poderia ficar travado porque as pessoas não estão saindo das suas casas. São situações que dependem de documento público e têm obrigatoriamente de serem feitas por um tabelião de notas”, diz o advogado.

Almeida entende que o regramento de São Paulo é bastante detalhado e criterioso – mais do que ocorre em outros Estados. Mas, segundo ele, não dificulta e ao mesmo tempo dá segurança às partes. O tabelião que participa da videoconferência é obrigado, por exemplo, a ler todo o documento que será assinado pelas partes, além de ter que arquivar a gravação no cartório.

“Trata-se de um procedimento muito simples. É como se fosse uma reunião, com a leitura de um documento, em que as partes vão concordar. Isso vai gerar um documento público, que tem fé pública, e dar-se-á o registro”, afirma.

Fonte: Valor

Caixa vai estender pausa para pagar prestação de imóvel, diz Bolsonaro

Mais de 2,3 milhões de cleintes já solicitaram a pausa ao banco

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (14) que a Caixa Econômica Federal vai estender por mais um mês a pausa emergencial para o pagamento de financiamentos habitacionais. Segundo o presidente, dos 5 milhões de clientes do crédito imobiliário, mais de 2,3 milhões já solicitaram a pausa ao banco.

O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa no Palácio da Alvorada

“As pessoas não têm dinheiro para pagar a prestação da casa própria”, disse ele, ao deixar o Palácio da Alvorada. No primeiro momento, como medida de socorro financeiro pelos impactos da pandemia de covid-19, a Caixa anunciou uma pausa de até dois meses para o pagamento das prestações, depois prorrogou por mais um mês e agora, segundo Bolsonaro, a pausa será ampliada para quatro meses.

De acordo com a Caixa, só têm direito ao benefício os contratos que estão em dia ou com, no máximo, duas prestações atrasadas. O cliente que tem três ou mais parcelas em atraso deve fazer uma renegociação com o banco.

Para o presidente, entretanto, para que a medida funcione, é preciso garantir a renda e o emprego dos trabalhadores. Bolsonaro defende o isolamento social apenas para as pessoas do grupo de risco da covid-19 e o fim do isolamento para toda a população. Com a retomada das atividades e do comércio, segundo ele, haverá demanda para as indústrias voltarem a produzir e gerar empregos.

“Não adianta apenas prorrogar [o pagamento] se o cidadão que perdeu o emprego, teve salário reduzido, não tem como pagar a prestação da casa própria. O que está sobrando de dinheiro pra ele está sendo pra comida”, disse. “O Brasil está quebrando e, depois de quebrar, a economia não se recupera. Vamos ser fadados a ser um país de miseráveis. Temos que ter coragem de enfrentar o vírus. Está morrendo gente? Está, lamento. Mas vai morrer muito mais se a economia continuar sendo destroçada por essas medidas”, ressaltou.

Autoridades de saúde orientam a população e os governos a adotar as medidas de isolamento e distanciamento social como forma de prevenção à disseminação do novo coronavírus. Como ainda não há vacina nem remédio, comprovado cientificamente, contra a covid-19, a orientação visa a frear a transmissão do vírus para evitar que os sistemas de saúde fiquem sobrecarregados e consigam atender a todas as pessoas que venham a ficar doentes.

Bolsonaro fez um apelo aos governadores para que revejam a política de fechamento do comércio e disse que está pronto para conversar. “O Brasil está se tornando um país de pobres. Vai chegar um ponto que o caos vai se fazer presente aqui. Essa história de lockdown, de fechar tudo, não é esse o caminho, esse é o caminho do fracasso, de quebrar o Brasil”, afirmou.

Edição: Graça Adjuto

Publicado em 14/05/2020 – 10:33 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Caixa libera R$ 43 bi em recursos para setor imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira, 9, que vai colocar à disponibilização do setor imobiliário R$ 43 bilhões em recursos. Considerando os R$ 111 bilhões de outras linhas de crédito anunciadas nas semanas anteriores, o banco estatal totaliza agora R$ 154 bilhões em recursos no combate aos impactos da crise gerada pelo coronavírus no País. Do total das linhas anunciadas em meio à crise, a Caixa já emprestou R$ 35 bilhões.

Os R$ 43 bilhões anunciados hoje, durante uma live, serão usados tanto para tanto para novos contratos de financiamento imobiliário quanto para contratos já em andamento, de pessoas e construtoras. Ao todo, o pacote inclui dez medidas, conforme antecipou na quarta-feira, 8, o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães

Em contrapartida, as empresas não poderão demitir seus empregados. O banco vai disponibilizá-las na próxima segunda-feira, dia 13. “Se necessário, vamos ampliar as linhas de crédito. Foco é ajudar construtoras de todos os tamanhos, mas não aceitaremos demissão. Estimamos 1,2 milhão em empregos na construção que serão mantidos com medidas anunciadas hoje”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em live, no período da manhã. Dos R$ 43 bilhões anunciados, haverá concessão de carência de seis meses para pessoas físicas e jurídicas na contratação de novos empréstimos para a compra e a construção de imóveis. As empresas poderão também solicitar a antecipação de 20% dos recursos.

Aline Bronzati e Circe Bonatelli

São Paulo

09/04/2020 12h22