Tag: BALNEARIO CAMBORIU

Aluguel de imóvel no Brasil custa 76% mais do que consumidor pode pagar

Levantamento mostra que aluguel mediano é de R$ 3 mil, ante orçamento declarado de R$ 1,7 mil

Mercado de locação: diferença entre preço e orçamento passa de 100% em algumas cidades.

Encontrar um imóvel que caiba no bolso virou um desafio para boa parte dos brasileiros que procuram uma casa ou apartamento para alugar. No país, o valor anunciado dos imóveis está 76% acima do que os

O estudo cruzou o orçamento declarado por 905.466 pessoas, de todos os estados brasileiros, com os preços pedidos em 118 mil apartamentos anunciados. As informações dos consumidores foram coletadas em conversas pelo WhatsApp com 1.500 imobiliárias clientes da DataLais entre 23 de março e 16 de setembro.

A distância entre desejo e realidade aparece logo nos valores nacionais. O orçamento mediano informado por quem procurava um imóvel para alugar foi de R$ 1.700. Já o aluguel mediano dos apartamentos anunciados pelas imobiliárias chegou a R$ 3 mil.

São R$ 1.300 de diferença entre o que o consumidor sinaliza que consegue desembolsar e aquilo que encontra nos anúncios.

O CEO e cofundador da Lastro, Allan Paladino, identifica que o descompasso ajuda a entender por que uma busca por imóvel nem sempre avança para as próximas etapas da locação.

“Os dados mostram uma distância importante entre aquilo que o consumidor sinaliza como possível para o seu orçamento e o que está disponível no mercado. Isso ajuda a explicar por que tantas buscas não necessariamente se transformam em visitas, propostas ou contratos”, detalha.

Aluguel sobe mais do que a inflação

A dificuldade para encontrar um imóvel dentro do orçamento ocorre em um momento de avanço dos preços de locação acima da inflação. Segundo o Índice FipeZAP, os preços dos novos aluguéis residenciais acumularam alta de 9,16% nos 12 meses encerrados em agosto.

No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 4,22%.

Os dois dados ajudam a mostrar lados diferentes do mercado, pois o FipeZAP acompanha os preços anunciados dos aluguéis, enquanto o levantamento do DataLais observa quanto as pessoas que estão procurando um imóvel dizem conseguir pagar.

Essa distância fica ainda mais evidente quando os números são analisados cidade por cidade.

Em Balneário Camboriú, diferença chega a 131%

Balneário Camboriú, em Santa Catarina, apresentou o maior descompasso entre o orçamento dos consumidores e os valores encontrados nos anúncios entre as cidades destacadas pelo levantamento. Lá, o aluguel anunciado ficou 131% acima do orçamento projetado por quem procurava um imóvel.

Porto Alegre (SC) também aparece com uma diferença expressiva, com o preço anunciado 100% acima do valor indicado pelos consumidores. Já Campinas (SP) registrou diferença de 90%, seguida por Itajaí (SC), com 88%, e Ribeirão Preto (SP), onde o descompasso chegou a 87%.

Em São José dos Campos (SP), a distância foi de 84%. Na cidade de São Paulo, os aluguéis anunciados ficaram 80% acima do orçamento informado pelos consumidores. Belo Horizonte (MG) apresentou diferença de 76%, enquanto Londrina (PR) registrou 63%.

Os números mostram que o problema não está concentrado apenas nos locais tradicionalmente associados a imóveis mais caros. O descompasso aparece em grandes capitais, cidades do interior e polos regionais.

Por que o aluguel que cabe no bolso é difícil de encontrar

O levantamento foi elaborado a partir das conversas entre consumidores e imobiliárias realizadas pela DataLais, inteligência artificial (IA) desenvolvida pela Lastro e utilizada no atendimento pelo WhatsApp.

Durante essas interações, consumidores informam quanto pretendem ou conseguem gastar com aluguel. O DataLais cruzou esses valores com os preços efetivamente pedidos nos imóveis anunciados pelas mesmas imobiliárias.

Com isso, o levantamento consegue comparar duas pontas que nem sempre aparecem juntas nas estatísticas do setor imobiliário. De um lado está a oferta disponível e o preço pedido pelo proprietário. Do outro está a capacidade de pagamento declarada por quem procura uma nova moradia.

Para a Lastro, esse cruzamento evidencia a necessidade de aproximar os imóveis disponíveis da realidade financeira dos consumidores.

A companhia avalia que transformar as conversas entre potenciais inquilinos e imobiliárias em dados estruturados também ajuda a identificar as faixas de preço com maior demanda e os pontos em que há mais dificuldade para transformar uma busca em visita, proposta ou contrato.

Segundo os dados apresentados pela empresa, a tecnologia já realizou mais de 5 milhões de interações e atende quase 1.500 imobiliárias no país.
A Lastro também informa ter captado mais de US$ 20 milhões em investimentos, com participação de fundos como Prosus, Canary, QED Investors, 1Sharpe Ventures e FJ Labs, além da Endeavor Scale Up.

Fonte: Ana Luiza Serrão – Repórter de Invest

Publicado em 16 de outubro de 2026 às 10h32.

Este é um trecho original publicado em Exame.com.

https://exame.com/mercado-imobiliario/aluguel-de-imovel-no-brasil-custa-76-mais-do-que-consumidor-pode-pagar

STJ suspende processos sobre Airbnb em condomínios em todo o Brasil; entenda o que pode mudar

Tribunal vai estabelecer regra que deverá orientar a Justiça sobre aluguel de curta duração em condomínios residenciais; processos que discutem a questão ficam suspensos no país

Proprietários que alugam apartamentos por plataformas como o Airbnb e condomínios que tentam impedir esse tipo de utilização terão de acompanhar uma nova decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A Segunda Seção determinou a suspensão, em todo o Brasil, dos processos individuais e coletivos que discutem se uma convenção de condomínio com destinação residencial já é suficiente para impedir estadias de curta duração ou se precisa existir uma proibição expressa.

O assunto será julgado como recurso repetitivo no Tema 1.443, a partir dos Recursos Especiais 2.272.537 e 2.272.536, sob relatoria do ministro Raul Araújo.

Na prática, o STJ pretende estabelecer uma regra que deverá ser observada pelos tribunais em casos semelhantes.

O que exatamente o STJ vai decidir?

A questão pode ser resumida em uma situação bastante comum.

Imagine um condomínio cuja convenção determine apenas que os apartamentos possuem destinação residencial, sem mencionar Airbnb, plataformas digitais ou estadias de poucos dias.

Essa previsão é suficiente para impedir o proprietário de oferecer o apartamento para estadias de curta duração?

Ou a convenção precisa dizer expressamente que essa modalidade é proibida?

É justamente essa discussão que o STJ pretende resolver.

O volume de casos ajuda a explicar por que o tribunal decidiu transformar a discussão em precedente qualificado. Segundo o ministro Raul Araújo, foram identificadas no próprio STJ 50 decisões monocráticas e acórdãos relacionados ao assunto.

O STJ já havia decidido contra esse tipo de utilização

Embora o novo julgamento seja importante, o assunto não começa agora.

Em maio de 2026, a Segunda Seção analisou outro processo envolvendo estadias de curta duração e concluiu que, havendo destinação residencial, a utilização reiterada do imóvel para estadias curtas com exploração econômica pode ser incompatível com essa finalidade.

Naquele julgamento, o STJ entendeu que a mudança dessa destinação exige aprovação de dois terços dos condôminos.

A própria Corte destacou agora que suas turmas especializadas em direito privado já vinham analisando a questão.

O novo julgamento, entretanto, ganha outra dimensão porque ocorrerá sob o rito dos recursos repetitivos.

O que acontece com os processos agora?

Os processos que discutem especificamente essa controvérsia ficam suspensos enquanto o STJ não estabelecer a tese do Tema 1.443.A suspensão alcança processos individuais e coletivos em todo o território nacional.

Isso não significa que o STJ tenha liberado temporariamente o Airbnb nos condomínios, nem que tenha proibido automaticamente todas as locações de curta duração.

O que foi suspenso é o andamento dos processos judiciais abrangidos pela controvérsia definida no repetitivo.

Também não há, até o momento, prazo definido para o julgamento da tese.

Condomínio pode proibir Airbnb atualmente?

Esse é o ponto que exige cuidado.

Em maio, a Segunda Seção decidiu que contratos atípicos de curta estadia, quando envolvem exploração econômica reiterada, podem descaracterizar a finalidade residencial do imóvel.

Nesse caso, para permitir a mudança de destinação, o tribunal apontou a necessidade de aprovação por dois terços dos condôminos.

Agora, com o Tema 1.443, o STJ pretende consolidar uma tese especificamente sobre a seguinte dúvida: a simples previsão de destinação residencial na convenção já basta para impedir a modalidade, mesmo sem uma cláusula dizendo expressamente “é proibido Airbnb”?

É essa resposta que poderá ter impacto direto em condomínios de todo o país.

A discussão vai além do Airbnb

Embora o Airbnb seja a plataforma mais conhecida e apareça como exemplo nas próprias comunicações do STJ, juridicamente a discussão é mais ampla.

O tribunal trata de contratos atípicos de curta estadia intermediados por plataformas digitais.

O próprio STJ já esclareceu que o meio utilizado para oferecer o imóvel não define, sozinho, a natureza jurídica da operação. Portanto, a controvérsia não deve ser interpretada simplesmente como uma disputa entre condomínios e uma empresa específica.

Decisão interessa também ao mercado imobiliário

O julgamento merece atenção de proprietários, síndicos, administradoras, imobiliárias e corretores de imóveis.

A possibilidade de explorar um apartamento com estadias curtas pode influenciar a decisão de compra de investidores, especialmente em regiões turísticas e bairros com forte demanda por hospedagem.

Por isso, antes de apresentar um imóvel como oportunidade para esse tipo de operação, o corretor de imóveis precisa conhecer a convenção e as regras do condomínio.

Prometer ao comprador que determinado apartamento poderá ser explorado livremente em plataformas de curta duração, sem verificar essas informações, pode criar problemas posteriormente.

Enquanto o Tema 1.443 não for definitivamente julgado, a discussão continuará exigindo atenção redobrada.

A futura decisão do STJ deverá trazer uma resposta muito mais uniforme para uma pergunta que há anos provoca conflitos entre o direito do proprietário de utilizar seu imóvel e as regras coletivas dos condomínios residenciais.

fonte: Por Rony Meneses -19 de setembro de 2026 – https://publicidadeimobiliaria.com/stj-suspende-processos-airbnb-condominios/

Novo Plano Diretor de Balneário Camboriú leva verticalização para além da orla

Município catarinense quer criar corredores de uso misto, ampliar habitação e hotelaria e arrecadar mais R$ 1 bilhão em outorgas nos próximos seis anos

Balneário Camboriú, em Santa Catarina, prepara um novo Plano Diretor para estimular o desenvolvimento urbano além das primeiras quadras da praia, hoje marcadas por arranha-céus de alto padrão. A proposta reduz restrições de altura em outras áreas e cria corredores com comércio, serviços, espaços de convivência e apartamentos menores. O objetivo, segundo reportagem do Metro Quadrado, é ampliar a oferta para moradores e trabalhadores que não conseguem acessar os preços praticados na orla.

Outorgas financiam expansão urbana

A estratégia mantém a construção civil como fonte central de arrecadação municipal. Desde 2010, a prefeitura estima ter recebido R$ 1 bilhão em outorgas pagas por incorporadoras. A projeção é arrecadar mais R$ 1 bilhão nos seis anos após a implementação do novo plano. Os recursos deverão financiar escolas, creches, unidades de saúde e serviços necessários a uma cidade que cresceu 28% entre 2010 e 2022 e tem 140 mil habitantes.

Novos corredores poderão chegar a 150 metros

Nos eixos de desenvolvimento, o potencial construtivo poderá atingir quatro ou cinco vezes a área do terreno, com coeficiente básico dois e aquisição adicional por outorga. Os gabaritos deverão variar entre 120 e 150 metros. Na região central e na orla, a prefeitura decidiu preservar a possibilidade de edifícios mais altos mediante pagamento. A ideia é manter espaço para projetos de grande escala.

Uso misto busca recuperar oferta hoteleira

O plano também tenta reativar a hotelaria, reduzida após a demolição de empreendimentos para construção de residenciais de luxo. Projetos mistos, com unidades residenciais e hoteleiras, ganharão condições mais favoráveis em terrenos de maior porte – acima de 2,5 mil m² na área central e de 3 mil m² nos novos corredores. A combinação de moradia, comércio e hospedagem deverá funcionar como contrapartida à verticalização, mas exigirá planejamento para evitar sobrecarga da infraestrutura.

Fonte: Nathalia Costeira – Editora da newsletter do Portas – www.portas.com.br

Quanto rende investir em imóveis para locação em Balneário Camboriú?

Uma das principais dúvidas de quem pensa em investir é:

“Quanto eu posso ganhar com um imóvel?”

Em Balneário Camboriú, a resposta pode variar bastante —
principalmente entre locação anual e temporada.

🏠 Locação anual: estabilidade e previsibilidade

Ideal para quem busca segurança.

Vantagens:

  • Receita mensal constante
  • Baixa rotatividade
  • Menor gestão

Desvantagens: Rentabilidade mais conservadora

🏖️ Locação de temporada: maior potencial de lucro

Muito forte na cidade.

Vantagens:

  • Alta rentabilidade
  • Diárias valorizadas
  • Ganhos maiores em alta temporada

Desvantagens:

  • Exige gestão ativa
  • Ocupação variável

📊 O que define a rentabilidade?

  • Localização
  • Distância da praia
  • Padrão do imóvel
  • Número de hóspedes
  • Gestão profissional

💡 Exemplo prático

Um imóvel bem localizado pode:

  • Gerar renda estável no aluguel anual
    ou
  • Superar essa renda com temporada bem operada

🎯 Estratégia é tudo

O segredo não está apenas no tipo de aluguel —
mas na escolha do imóvel certo.

Balneário Camboriú oferece ótimas oportunidades para quem busca renda com imóveis.

📞 Quer descobrir quanto um imóvel pode render para você?
Fale com a Marconatto Imóveis.

O que você precisa saber sobre imóveis compactos: tendência que veio para ficar

Quem está pesquisando imóveis para comprar ou alugar já se deparou com muitos anúncios de studios e imóveis compactos. Essa é uma forte tendência do mercado imobiliário brasileiro principalmente em grandes capitais como São Paulo e cidades litoraneas impulsionada pelo novo perfil de consumidor e pela busca por praticidade no dia a dia.

Os imóveis compactos surgiram para atender a um público que quer conforto, localização estratégica e qualidade de vida, sem necessariamente ter um grande espaço. Jovens profissionais, estudantes, solteiros e casais que passam a maior parte do tempo fora de casa têm guiado o crescimento desse mercado.

📈 A demanda está crescendo

Mesmo que apartamentos com dois dormitórios ainda liderem os lançamentos, os compactos ganham participação ano após ano. Quando a oferta cresce, é sinal de que o consumidor está mudando seu comportamento e as construtoras estão acompanhando essa nova realidade.

🏘 Quem procura imóveis compactos?

✅ Jovens que buscam independência
✅ Pessoas que trabalham ou estudam perto de centros comerciais
✅ Quem passa pouco tempo em casa e quer praticidade
✅ Investidores em busca de alta liquidez para locação

Muitos desses novos empreendimentos estão concentrados em regiões próximas a transporte público, universidades e polos empresariais, o que aumenta sua valorização e a facilidade de locação.

✅ Vantagens de comprar um imóvel compacto

Preço final menor do que imóveis maiores

  • Economia no dia a dia: menos limpeza, menos mobília e menor consumo de energia
  • Infraestrutura moderna: áreas comuns completas, tecnologia e segurança
  • Alta rentabilidade para quem deseja investir em locação
  • Localização privilegiada na maioria dos empreendimentos

💡 Vale lembrar que o preço por m² tende a ser maior já que estamos falando de áreas reduzidas em locais muito valorizados.

⚠ Quando não é a melhor escolha?

Para quem já tem filhos ou planeja aumentar a família, a falta de divisórias e privacidade pode pesar. Além disso, quem gosta de receber visitas frequentes ou precisa de espaço para home office talvez precise considerar metragens um pouco maiores.

Tudo depende do estilo de vida e do que cada comprador considera prioridade.

🎯 Compactos: oportunidade real para moradia e investimento

Os imóveis compactos já não são apenas uma moda: eles refletem a transformação social e econômica das grandes cidades. Se a expectativa do morador ou investidor está alinhada à proposta do imóvel, o resultado tende a ser muito positivo.

fonte: publicidadeimobiliaria.com – 29/10/2025

Do lazer ao investimento, entenda os motivos para ter uma casa na praia

Confira 7 motivos para ter uma casa na praia

Seja para escapar da rotina da cidade, buscar momentos de lazer, ou mesmo ampliar oportunidades de investimento, ter um imóvel na praia pode oferecer uma série de vantagens e possibilidades! Quem mora em cidades longe da praia, costuma ter na rotina viagens ao litoral. Finais de semana de sol, feriados prolongados e férias são oportunidades indispensáveis e essas viagens ficam mais acessíveis ao ter um imóvel próprio. 

Se você é uma das pessoas que considera adquirir uma casa no litoral – Balneário Camboriú , continue a leitura e confira sete motivos para considerar essa escolha.

1. Refúgio e lazer disponível a qualquer momento

A possibilidade de escapar da agitação da cidade e desfrutar de momentos de lazer à beira-mar é um dos principais atrativos de ter um imóvel na praia. 

Tendo seu próprio apartamento, você tem um refúgio constante para fins de semana, férias ou feriados, garantindo momentos relaxantes e revigorantes sempre que quiser.

Isso pode significar incluir muito mais momentos de lazer na sua vida. Afinal, não é necessário planejar e gastar com hospedagem. É claro que um imóvel demanda outros gastos, mas a longo prazo, o investimento pode valer a pena.

2. Flexibilidade para viajar

A conveniência de ter um espaço próprio para curtir e relaxar sempre que quiser é uma das vantagens mais atraentes.

O preço da hospedagem acaba variando ao longo do ano, sendo mais caro em altas temporadas, o que pode tornar a viagem inviável. Já quem opta por alugar casas ou apartamentos, pode se deparar com a falta de disponibilidade, já que os negócios costumam ser fechados com antecedência. 

Considerando isso, ao ter seu apartamento na praia, você pode decidir viajar no mesmo dia, simplesmente checando a previsão do tempo e colocando o pé na estrada. Na verdade, você nem precisa se deter aos dias de sol! Afinal, é possível aproveitar a maresia, a tranquilidade do litoral e o clima de praia sem nem pôr os pés na areia.

3. Bem-estar e saúde mental

Estar próximo ao mar tem benefícios comprovados para a saúde mental. O som das ondas, o ar marinho e a tranquilidade contribuem para reduzir o estresse, aumentar a sensação de relaxamento e proporcionar um ambiente propício para o descanso.

Ou seja, descansar no litoral tem o potencial de relaxamento duplicado. E, com certeza, ao flexibilizar o planejamento, esse descanso é ainda mais acessível.

4. Estilo de vida diferenciado

Além dos benefícios de bem-estar, um apartamento na praia proporciona um estilo de vida mais descontraído e conectado com a natureza. A oportunidade de desfrutar da beleza natural do litoral é um privilégio único e pode oferecer experiências memoráveis e muito especiais para você e toda família.

5. Opção de renda extra

Além de ser um local para usufruir com total flexibilidade, um apartamento na praia ainda pode se transformar em uma fonte de renda extra. Alugar o imóvel por temporada, quando não estiver em uso, pode ajudar a cobrir despesas ou gerar um lucro adicional.

Com planejamento, você pode usar o local e ainda garantir algum lucro.

6. Potencial de valorização

Investir em uma propriedade litorânea pode ser uma excelente oportunidade de investimento a longo prazo. Geralmente, áreas próximas ao litoral tendem a se valorizar ao longo do tempo, especialmente com o crescimento do turismo na região.

7. Possibilidade de moradia na aposentadoria

Ter um apartamento na praia pode ser um investimento pessoal a longo prazo, planejando a possibilidade de se mudar permanentemente para o litoral após a aposentadoria. Esse planejamento oferece a oportunidade de aproveitar a melhor idade em um ambiente sereno e agradável.

Conclusão

Ter um apartamento na praia vai além do simples investimento imobiliário; é a oportunidade de criar um espaço pessoal para lazer, descanso e até mesmo um projeto de vida futuro. No entanto, é importante avaliar cuidadosamente todos os aspectos envolvidos na compra de um imóvel no litoral, considerando as necessidades individuais e objetivos pessoais.

Fique por dentro das principais notícias e dicas do mercado imobiliário com a Marconatto Imóveis. Além de conteúdo relevante sobre o segmento, trazemos dicas personalizadas para quem quer comprar, vender ou alugar imóveis em Balneário Camboriú – Santa Catarina.

Como Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú em 2025: Guia Completo

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é o sonho de muitos brasileiros que buscam qualidade de vida, valorização imobiliária e a chance de viver em uma das cidades mais desejadas do Brasil. Para ajudar quem está planejando essa conquista, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber antes de fechar negócio.

Por que Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú?

Balneário Camboriú é conhecida como a “Dubai Brasileira” pela modernidade dos prédios, infraestrutura de alto padrão e valorização constante do mercado imobiliário. Além disso, a cidade oferece:

  • Localização estratégica no litoral catarinense;
  • Qualidade de vida, segurança e lazer;
  • Forte potencial de valorização para investidores;
  • Alta demanda por aluguel de temporada e anual.

Passo a Passo para Comprar seu Imóvel

1. Defina seu orçamento

Antes de iniciar a busca, é essencial saber quanto pode investir, considerando entrada, parcelas e custos adicionais.

2. Escolha a região certa

Cada bairro de Balneário Camboriú tem um perfil:

  • Centro: praticidade, comércio e serviços próximos.
  • Pontal Norte: contato com a natureza e vista privilegiada.
  • Barra Sul: alto padrão, gastronomia e vida noturna.

3. Visite o imóvel e avalie detalhes

Observe posição solar, andar, vista, infraestrutura do prédio e taxas de condomínio.

4. Documentação e segurança jurídica

Verifique escritura, matrícula atualizada e certidões negativas. Um corretor credenciado ajuda a evitar problemas.

5. Financiamento ou pagamento à vista

Compare taxas bancárias, condições de crédito e benefícios para compra à vista.


Custos Extras na Compra de um Apartamento

Além do valor do imóvel, considere:


Dicas para Evitar Problemas na Compra

  • Sempre conte com um corretor de imóveis credenciado;
  • Pesquise o histórico da construtora e do prédio;
  • Leia atentamente o contrato antes de assinar.

Conclusão

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é um investimento seguro e um sonho possível. Com planejamento e orientação profissional, você pode encontrar o imóvel ideal para morar, investir ou passar férias inesquecíveis.

👉 Se você quer ajuda para encontrar o apartamento certo em Balneário Camboriú, fale agora com a equipe da Marconatto Imóveis.

📲 https://wa.me/47999738236

Vem aí uma nova e surpreendente onda de valorização em Balneário Camboriú

Previsão é que o metro quadrado na orla aumente 40%

Balneário Camboriú (foto: Patrick Rodrigues)

A reurbanização da orla de Balneário Camboriú, projetada pelo arquiteto Índio da Costa, que foi o responsável pela revitalização de Copacabana, transformará a paisagem urbana e deve impulsionar o valor dos imóveis na cidade com o metro quadrado mais caro do Brasil. A nova onda de valorização deve chegar a 40% – um patamar ainda maior do que após o alargamento da faixa de areia.

A projeção é do especialista em investimentos imobiliários Renato Monteiro, CEO da Sort Investimentos. Foi dele, também, a previsão do índice de valorização após o engordamento da praia, que alcançou 30% à beira-mar. Atualmente, a média do metro quadrado na Avenida Atlântica é de R$ 30 mil.

A reurbanização da orla de Balneário Camboriú terá o primeiro trecho entregue ainda este mês. Considerada um das maiores renovações urbanísticas já feitas no Brasil, a obra prevê a urbanização de uma área de 250 mil m² e a criação de um parque linear com 600 mil m², que inclui uma parte da faixa de areia alargada. Também está prevista a implementação de um sistema de macrodrenagem avaliado em mais de R$ 32 milhões, cujo edital de licitação já está aberto.

A obra foi dividida em 18 trechos. A primeira parte tem 230,45 metros de extensão e uma área de quase 9 mil m², com investimento de R$ 15 milhões.

Para a execução da nova orla, a prefeitura adotou um modelo de parceria com a iniciativa privada em que as construtoras assumem responsabilidade por diferentes trechos da obra em troca de títulos de Outorga Onerosa do Direito de Construir – valor pago para a prefeitura para utilizar o espaço aéreo da cidade ao executar prédios maiores que os previstos no plano diretor.

Veja como será a nova orla:

A obra foi dividida em 18 trechos. A primeira parte tem 230,45 metros de extensão e uma área de quase 9 mil m², com investimento de R$ 15 milhões.

Para a execução da nova orla, a prefeitura adotou um modelo de parceria com a iniciativa privada em que as construtoras assumem responsabilidade por diferentes trechos da obra em troca de títulos de Outorga Onerosa do Direito de Construir – valor pago para a prefeitura para utilizar o espaço aéreo da cidade ao executar prédios maiores que os previstos no plano diretor.

– A revitalização da orla de Balneário Camboriú traz não só melhorias estéticas, mas também um incremento significativo na qualidade de vida, segurança e infraestrutura, fatores que são extremamente valorizados por investidores. A projeção para os próximos anos é de uma valorização contínua dos imóveis, especialmente devido à escassez de terrenos frente ao mar e à crescente demanda de investidores por propriedades de alto padrão na cidade, o que resulta também em uma liquidez dos imóveis superior à encontrada em outras regiões do país. Por conta de todos esses fatores, deve haver uma valorização de até 40% nos próximos anos – Renato Monteiro.

A reurbanização da Praia Central de Balneário Camboriú trvai transformar a paisagem da Avenida Atlântica. Entre as novidades, está o plantio de 2.500 árvores de 26 espécies diferentes, áreas de lazer com 12 playgrounds, seis dog parks, canchas de bocha, academias e espaços de alongamento.

Com o objetivo de incentivar a micromobilidade na cidade, a nova orla terá uma ciclovia com mais de 20 mil m² e também uma pista de corrida com 15 mil m². Haverá também dois pontos de apoio para surfistas, quiosques e três áreas destinadas à pesca. Serão instaladas 322 câmeras de segurança, além de 1.026 postes de iluminação no passeio e 133 na areia.

Fonte: 16/07/2024 – 15:07 – Atualizada em: 17/07/2024 – 10:35 – https://www.nsctotal.com.br/

Dagmara Spautz

dagmara.spautz@nsc.com.br

O preço do seu aluguel vai subir muito ou vai subir pouco? Depende do indexador; entenda

Mercado prevê que um dos indicadores de correção de preços deve encerrar o ano apontando deflação, enquanto outro, o IPCA, deve mostrar aceleração de 4,75% em 2023. E essa é uma das réguas de mercado para os reajustes nos contratos

Se você é locatário, o preço do seu aluguel vai subir – e isso é um fato. Mas se ele vai subir muito ou pouco de um ano para outro, aí já depende do indexador no seu contrato. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) é o indexador mais comum nessas relações, por isso é conhecido como “inflação do aluguel“. Na prática, essa é a taxa de referência no mercado para correção dos preços de locação de imóveis.

Acontece que durante a pandemia o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial de mercado, substituiu o IGP-M em muitos desses contratos, porque subiu de forma mais relevante. Multiplicaram-se na Justiça pedidos de locadores para substituição do IGP-M pela IPCA como indexador de correção do aluguel em contratos já firmados.

O IGP-M acelerou de 0,34% para 0,64% entre a segunda prévia de setembro e a de outubro. No encerramento do mês passado, marcou alta de 0,37%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

E esta é a maior taxa para uma leitura dos 10 primeiros dias no mês (o chamado decêndio) desde dezembro (0,77%). Comparado ao mesmo indicador para o mês fechado — que utiliza períodos de coletas diferentes —, seria o mais alto desde abril de 2022 (1,41%).

A aceleração de preços mensal, no entanto, não deve impedir que o IGP-M encerre 2023 com taxa anual negativa. Até outubro, a segunda prévia acumula quedas de 4,32% e de 4,44% no ano e em 12 meses, respectivamente, segundo a FGV. Se confirmada ao fim de dezembro, será a primeira deflação do IGP-M desde 2017 (-0,52%).

Mas isso não significa que seu aluguel vai ficar mais barato, acompanhando a queda no indicador. Na verdade, apenas a régua para correção do aluguel indexado pelo IGP-M será menor que a do indexado pelo IPCA, previsto para encerrar este ano com alta de 4,75%, segundo o último Boletim Focus do Banco Central.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

Com informações do Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico.

Por Valor Investe — São Paulo – 19/10/2023 13h27

Valorização imobiliária em Balneário Camboriú cresce 4 vezes mais que a média nacional

Outras duas cidades do Litoral Norte também aparecem em posição de destaque no ranking de valorização imobiliária dos últimos 12 meses

Com o metro quadrado mais caro do país, a cidade de Balneário Camboriú, no litoral Norte de SC, lidera também o índice de valorização imobiliária entre as cidades brasileiras monitoradas pela FipeZap+. Nos últimos 12 meses, o preço de venda dos imóveis residenciais cresceu 21,27%.

O número se destaca por ser cerca de quatro vezes maior do que a média nacional divulgada pelo Índice FipeZap+, que fica em 5,61%. A cidade aparece muito a frente de outros grandes centros urbanos do país, o que mostra a franca expansão e valorização do setor na região.

E em 2023, os números já mostram bons resultados. A variação acumulada do ano do comportamento de preço de venda já soma um aumento de 8,28%, segundo o informe de julho do Índice FipeZap+.

Outras duas cidades do Litoral Norte também aparecem no relatório. São elas Itapema, com o segundo metro quadrado mais caro do país, e Itajaí, que aparece na quinta colocação no relatório.

Em Itapema, a valorização imobiliária nos últimos 12 meses também foi a segunda maior, atingindo o valor de 20,21% de aumento. Em 2023, a cidade acumula até o momento um acréscimo de 12,05% na valorização.

Já Itajaí registrou ao longo do último ano um crescimento de 15,89% na valorização imobiliária dos imóveis residenciais. Neste ano, o município teve uma variação acumulada de 9,19% no preço dos imóveis.

Os municípios de Florianópolis, Blumenau, Joinville e e São José também aparecem no relatório. A capital catarinense teve uma variação anual de 12,76%, enquanto a maior cidade do estado, Joinville, registrou 9,62% de variação no ano.

Blumenau teve 13,92% de variação acumulada nos últimos 12 meses e São José 20,18%, ocupando o terceiro lugar no ranking depois de Itapema.

Além da valorização, disputa segue por metro quadrado mais caro

Balneário Camboriú e Itapema seguem na “disputa” pelo metro quadrado mais caro do país. No relatório de julho da FipeZap+, o valor médio do metro quadrado de venda de imóveis residenciais Balneário Camboriú ficou em R$ 12.335.

Itapema, na segunda colocação nacional, tem o preço médio de R$ 11.717. Vitória (ES) e São Paulo (SP) aparecem em terceiro e quarto lugar, e são seguidas pelas catarinenses Florianópolis, com R$ 10.313 e Itajaí, com R$ 10.106.

NATHALIA FONTANA, ITAJAÍ17/08/2023 ÀS 15H30