Mês: agosto 2025

Como Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú em 2025: Guia Completo

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é o sonho de muitos brasileiros que buscam qualidade de vida, valorização imobiliária e a chance de viver em uma das cidades mais desejadas do Brasil. Para ajudar quem está planejando essa conquista, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber antes de fechar negócio.

Por que Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú?

Balneário Camboriú é conhecida como a “Dubai Brasileira” pela modernidade dos prédios, infraestrutura de alto padrão e valorização constante do mercado imobiliário. Além disso, a cidade oferece:

  • Localização estratégica no litoral catarinense;
  • Qualidade de vida, segurança e lazer;
  • Forte potencial de valorização para investidores;
  • Alta demanda por aluguel de temporada e anual.

Passo a Passo para Comprar seu Imóvel

1. Defina seu orçamento

Antes de iniciar a busca, é essencial saber quanto pode investir, considerando entrada, parcelas e custos adicionais.

2. Escolha a região certa

Cada bairro de Balneário Camboriú tem um perfil:

  • Centro: praticidade, comércio e serviços próximos.
  • Pontal Norte: contato com a natureza e vista privilegiada.
  • Barra Sul: alto padrão, gastronomia e vida noturna.

3. Visite o imóvel e avalie detalhes

Observe posição solar, andar, vista, infraestrutura do prédio e taxas de condomínio.

4. Documentação e segurança jurídica

Verifique escritura, matrícula atualizada e certidões negativas. Um corretor credenciado ajuda a evitar problemas.

5. Financiamento ou pagamento à vista

Compare taxas bancárias, condições de crédito e benefícios para compra à vista.


Custos Extras na Compra de um Apartamento

Além do valor do imóvel, considere:


Dicas para Evitar Problemas na Compra

  • Sempre conte com um corretor de imóveis credenciado;
  • Pesquise o histórico da construtora e do prédio;
  • Leia atentamente o contrato antes de assinar.

Conclusão

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é um investimento seguro e um sonho possível. Com planejamento e orientação profissional, você pode encontrar o imóvel ideal para morar, investir ou passar férias inesquecíveis.

👉 Se você quer ajuda para encontrar o apartamento certo em Balneário Camboriú, fale agora com a equipe da Marconatto Imóveis.

📲 https://wa.me/47999738236

Receita Federal regulamenta o Cadastro Imobiliário Brasileiro: o que muda para o mercado imobiliário

A Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União de 18 de agosto de 2025, a Instrução Normativa RFB nº 2.275/2025, que regulamenta a adoção do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) e o compartilhamento de informações por meio do Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter).

Essa medida tem base na Lei Complementar nº 214/2025 e entra em vigor imediatamente, trazendo novas obrigações para cartórios, tabelionatos e registros de imóveis, mas que também afetam diretamente o mercado imobiliário, corretores e incorporadoras.

O que é o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)?

O CIB será o identificador único de imóveis urbanos e rurais em todo o país. Na prática, cada imóvel passará a ter um código padronizado, registrado em todos os documentos e sistemas oficiais.

Isso significa:

  • Mais transparência nas transações imobiliárias.
  • Redução de fraudes e conflitos sobre registros.
  • Maior integração de dados entre cartórios, Receita Federal e demais órgãos públicos.

O papel do Sinter

O Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter) é a plataforma que fará o compartilhamento dos dados.

Sempre que houver lavratura ou registro de um ato imobiliário, os cartórios deverão enviar eletronicamente essas informações para a Receita Federal, de forma imediata e padronizada.

Esse processo permitirá a construção de uma base unificada de informações territoriais e imobiliárias no Brasil, algo inédito até hoje.

O que o Cadastro Imobiliário Brasileiro muda para corretores de imóveis e o mercado imobiliário?

Embora a norma seja direcionada principalmente aos serviços notariais e de registro, os impactos chegam ao dia a dia do corretor de imóveis e do investidor:

✅ Mais segurança jurídica: cada imóvel terá um código único no Cadastro Imobiliário Brasileiro, reduzindo riscos de sobreposição de registros ou fraudes.
✅ Agilidade em transações: a integração digital com o Sinter deve acelerar etapas burocráticas e dar mais confiabilidade às informações.
✅ Valorização da transparência: compradores terão mais confiança nas transações, o que pode impulsionar a liquidez do mercado.
✅ Maior fiscalização: operações imobiliárias estarão mais visíveis para a Receita Federal e administrações tributárias, o que exige atenção total à conformidade fiscal.

Obrigações e prazos

Segundo a Instrução Normativa:

  • Cartórios devem adotar o código de identificação único do Cadastro Imobiliário Brasileiro dentro do prazo previsto na Lei Complementar nº 214/2025.
  • Todas as informações deverão ser enviadas eletronicamente para o Sinter.
  • O descumprimento das regras poderá resultar em sanções aplicadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e outras penalidades administrativas.

O plano de implementação já foi divulgado e prevê etapas rápidas de adaptação, com entrada em produção até novembro de 2025.

implementação do CIB ocorrerá em etapas:

  •  Até 1º de janeiro de 2026:
    • Órgãos da administração federal (direta e indireta) devem adaptar seus sistemas.
    • Capitais dos estados e o Distrito Federal devem incluir o CIB em seus cadastros.
    • Cartórios e serviços registrais devem adotar o código do CIB como identificação cadastral dos bens.
  •  Até 1º de janeiro de 2027:
    • Estados, Distrito Federal e todos os municípios devem estar com seus sistemas adequados ao CIB.

A partir desse prazo, a utilização do CIB será obrigatória, inclusive constando em:

  • ✔ Documentos relativos à construção civil;
  • ✔ Transações de compra e venda de imóveis;
  • ✔ Obrigações fiscais e tributárias relacionadas ao IBS e CBS.

A regulamentação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) representa um marco para o setor imobiliário.

Se por um lado traz mais obrigações aos cartórios e registros, por outro, gera segurança, padronização e transparência para todos os envolvidos no mercado imobiliário: corretores de imóveis, incorporadoras, investidores e compradores.

Por enquanto, nenhuma ação imediata é exigida dos contribuintes.

O próprio sistema se encarregará de gerar o CIB, a partir dos convênios celebrados entre:

  • Prefeituras;
  • Cartórios de registro de imóveis;
  • Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR);
  • E as administrações fiscais.

Porém, é fundamental que empresas e investidores acompanhem a evolução do tema, atualizem seus dados cadastrais e fiquem atentos às publicações do Sinter e do Comitê Gestor do IBS/CBS.

📌 Para o corretor de imóveis, a principal mudança será lidar com um sistema mais integrado, que pode agilizar as transações e fortalecer a confiança do cliente.

Cadastro Único Específico (CIB) representa um marco na organização cadastral e tributária do Brasil. Ele trará mais transparência, segurança jurídica e controle fiscal sobre operações com imóveis, tanto urbanos quanto rurais.

Por outro lado, o CIB e a reforma tributária impõem novos desafios, especialmente no que diz respeito à gestão patrimonial, planejamento tributário e adequação cadastral.

FONTE:  Mercado Imobiliário

Novo modelo de financiamento imobiliário para imóveis de até R$ 1,5 milhão: entenda a proposta do governo

O governo federal estuda uma nova fórmula de crédito habitacional para imóveis de até R$ 1,5 milhão, com o objetivo de ampliar o acesso ao financiamento imobiliário para a classe média e garantir taxas competitivas. A proposta, liderada pelo Banco Central e já apresentada ao presidente busca responder à queda na participação da poupança como fonte de recursos do setor e à necessidade de estimular o mercado imobiliário.

Segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), a participação da poupança no funding do crédito imobiliário caiu de 46% em 2021 para apenas 32% no fim de 2024. Diante desse cenário, o governo quer acelerar mudanças para manter o ritmo de crescimento do mercado e ampliar as opções de financiamento para compradores.

Dois pilares da proposta

A proposta em estudo envolve dois eixos principais:

1. Liberação gradual dos compulsórios

Atualmente, 65% dos depósitos da poupança precisam obrigatoriamente ser direcionados ao crédito imobiliário, 20% ficam retidos no Banco Central e os 15% restantes são de uso livre pelos bancos. O novo modelo prevê um mecanismo de incentivo: para cada R$ 1 a mais concedido em financiamentos habitacionais, o banco liberaria um valor equivalente em recursos livres, abatido do compulsório.

Essa medida poderia injetar até R$ 80 bilhões no mercado, aumentando a liquidez e estimulando o crédito, sem recorrer à simples redução do compulsório alternativa defendida por parte do setor bancário.

2. Reformulação dos contratos atrelados ao IPCA

Os financiamentos indexados ao IPCA representam hoje apenas 2% das novas contratações devido à volatilidade da inflação, que torna as prestações imprevisíveis. O Banco Central avalia um novo modelo de amortização híbrida, que antecipe parte da quitação no início do contrato e empurre as maiores variações inflacionárias para o final do prazo.

O objetivo é tornar as parcelas mais previsíveis e seguras, aumentando a atratividade para mutuários e permitindo aos bancos captar mais recursos no mercado de capitais, reduzindo a dependência exclusiva da poupança.

Transição gradual e foco na sustentabilidade do crédito imobiliário

Segundo especialistas, como Ana Maria Castelo, economista do FGV Ibre, a grande preocupação é manter a oferta de crédito com custo compatível com a renda e o perfil de demanda do país.

Atualmente, cerca de 52% dos recursos da poupança já estão destinados ao financiamento habitacional, mas essa proporção vem caindo nos últimos anos com a diminuição dos depósitos na caderneta.

A expectativa é que, caso o novo modelo seja aprovado, a transição seja feita ao longo de até dez anos, garantindo que 100% do saldo da poupança seja direcionado para crédito habitacional, ao mesmo tempo em que o setor se ajusta para captar recursos também em outras fontes.

O que isso significa para o mercado e para corretores de imóveis

Para o mercado imobiliário, especialmente o segmento voltado à classe média, a proposta representa mais crédito, mais previsibilidade e maior alcance de potenciais compradores.

Para corretores de imóveis, isso pode se traduzir em mais oportunidades de vendas e na necessidade de atualização constante para orientar clientes sobre as novas modalidades de financiamento.

O novo modelo de financiamento habitacional para imóveis de até R$ 1,5 milhão pode abrir uma nova fase para o mercado imobiliário brasileiro, tornando o crédito mais acessível e previsível para a classe média. A medida também deve estimular a concorrência entre bancos e criar condições para um crescimento sustentável no setor nos próximos anos.

Fonte: publicidadeimobiliaria.com