Tag: mercado imobiliário

O que você precisa saber sobre imóveis compactos: tendência que veio para ficar

Quem está pesquisando imóveis para comprar ou alugar já se deparou com muitos anúncios de studios e imóveis compactos. Essa é uma forte tendência do mercado imobiliário brasileiro principalmente em grandes capitais como São Paulo e cidades litoraneas impulsionada pelo novo perfil de consumidor e pela busca por praticidade no dia a dia.

Os imóveis compactos surgiram para atender a um público que quer conforto, localização estratégica e qualidade de vida, sem necessariamente ter um grande espaço. Jovens profissionais, estudantes, solteiros e casais que passam a maior parte do tempo fora de casa têm guiado o crescimento desse mercado.

📈 A demanda está crescendo

Mesmo que apartamentos com dois dormitórios ainda liderem os lançamentos, os compactos ganham participação ano após ano. Quando a oferta cresce, é sinal de que o consumidor está mudando seu comportamento e as construtoras estão acompanhando essa nova realidade.

🏘 Quem procura imóveis compactos?

✅ Jovens que buscam independência
✅ Pessoas que trabalham ou estudam perto de centros comerciais
✅ Quem passa pouco tempo em casa e quer praticidade
✅ Investidores em busca de alta liquidez para locação

Muitos desses novos empreendimentos estão concentrados em regiões próximas a transporte público, universidades e polos empresariais, o que aumenta sua valorização e a facilidade de locação.

✅ Vantagens de comprar um imóvel compacto

Preço final menor do que imóveis maiores

  • Economia no dia a dia: menos limpeza, menos mobília e menor consumo de energia
  • Infraestrutura moderna: áreas comuns completas, tecnologia e segurança
  • Alta rentabilidade para quem deseja investir em locação
  • Localização privilegiada na maioria dos empreendimentos

💡 Vale lembrar que o preço por m² tende a ser maior já que estamos falando de áreas reduzidas em locais muito valorizados.

⚠ Quando não é a melhor escolha?

Para quem já tem filhos ou planeja aumentar a família, a falta de divisórias e privacidade pode pesar. Além disso, quem gosta de receber visitas frequentes ou precisa de espaço para home office talvez precise considerar metragens um pouco maiores.

Tudo depende do estilo de vida e do que cada comprador considera prioridade.

🎯 Compactos: oportunidade real para moradia e investimento

Os imóveis compactos já não são apenas uma moda: eles refletem a transformação social e econômica das grandes cidades. Se a expectativa do morador ou investidor está alinhada à proposta do imóvel, o resultado tende a ser muito positivo.

fonte: publicidadeimobiliaria.com – 29/10/2025

Do lazer ao investimento, entenda os motivos para ter uma casa na praia

Confira 7 motivos para ter uma casa na praia

Seja para escapar da rotina da cidade, buscar momentos de lazer, ou mesmo ampliar oportunidades de investimento, ter um imóvel na praia pode oferecer uma série de vantagens e possibilidades! Quem mora em cidades longe da praia, costuma ter na rotina viagens ao litoral. Finais de semana de sol, feriados prolongados e férias são oportunidades indispensáveis e essas viagens ficam mais acessíveis ao ter um imóvel próprio. 

Se você é uma das pessoas que considera adquirir uma casa no litoral – Balneário Camboriú , continue a leitura e confira sete motivos para considerar essa escolha.

1. Refúgio e lazer disponível a qualquer momento

A possibilidade de escapar da agitação da cidade e desfrutar de momentos de lazer à beira-mar é um dos principais atrativos de ter um imóvel na praia. 

Tendo seu próprio apartamento, você tem um refúgio constante para fins de semana, férias ou feriados, garantindo momentos relaxantes e revigorantes sempre que quiser.

Isso pode significar incluir muito mais momentos de lazer na sua vida. Afinal, não é necessário planejar e gastar com hospedagem. É claro que um imóvel demanda outros gastos, mas a longo prazo, o investimento pode valer a pena.

2. Flexibilidade para viajar

A conveniência de ter um espaço próprio para curtir e relaxar sempre que quiser é uma das vantagens mais atraentes.

O preço da hospedagem acaba variando ao longo do ano, sendo mais caro em altas temporadas, o que pode tornar a viagem inviável. Já quem opta por alugar casas ou apartamentos, pode se deparar com a falta de disponibilidade, já que os negócios costumam ser fechados com antecedência. 

Considerando isso, ao ter seu apartamento na praia, você pode decidir viajar no mesmo dia, simplesmente checando a previsão do tempo e colocando o pé na estrada. Na verdade, você nem precisa se deter aos dias de sol! Afinal, é possível aproveitar a maresia, a tranquilidade do litoral e o clima de praia sem nem pôr os pés na areia.

3. Bem-estar e saúde mental

Estar próximo ao mar tem benefícios comprovados para a saúde mental. O som das ondas, o ar marinho e a tranquilidade contribuem para reduzir o estresse, aumentar a sensação de relaxamento e proporcionar um ambiente propício para o descanso.

Ou seja, descansar no litoral tem o potencial de relaxamento duplicado. E, com certeza, ao flexibilizar o planejamento, esse descanso é ainda mais acessível.

4. Estilo de vida diferenciado

Além dos benefícios de bem-estar, um apartamento na praia proporciona um estilo de vida mais descontraído e conectado com a natureza. A oportunidade de desfrutar da beleza natural do litoral é um privilégio único e pode oferecer experiências memoráveis e muito especiais para você e toda família.

5. Opção de renda extra

Além de ser um local para usufruir com total flexibilidade, um apartamento na praia ainda pode se transformar em uma fonte de renda extra. Alugar o imóvel por temporada, quando não estiver em uso, pode ajudar a cobrir despesas ou gerar um lucro adicional.

Com planejamento, você pode usar o local e ainda garantir algum lucro.

6. Potencial de valorização

Investir em uma propriedade litorânea pode ser uma excelente oportunidade de investimento a longo prazo. Geralmente, áreas próximas ao litoral tendem a se valorizar ao longo do tempo, especialmente com o crescimento do turismo na região.

7. Possibilidade de moradia na aposentadoria

Ter um apartamento na praia pode ser um investimento pessoal a longo prazo, planejando a possibilidade de se mudar permanentemente para o litoral após a aposentadoria. Esse planejamento oferece a oportunidade de aproveitar a melhor idade em um ambiente sereno e agradável.

Conclusão

Ter um apartamento na praia vai além do simples investimento imobiliárioé a oportunidade de criar um espaço pessoal para lazer, descanso e até mesmo um projeto de vida futuro. No entanto, é importante avaliar cuidadosamente todos os aspectos envolvidos na compra de um imóvel no litoral, considerando as necessidades individuais e objetivos pessoais.

Fique por dentro das principais notícias e dicas do mercado imobiliário com a Marconatto Imóveis. Além de conteúdo relevante sobre o segmento, trazemos dicas personalizadas para quem quer comprar, vender ou alugar imóveis em Balneário Camboriú – Santa Catarina.

Como Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú em 2025: Guia Completo

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é o sonho de muitos brasileiros que buscam qualidade de vida, valorização imobiliária e a chance de viver em uma das cidades mais desejadas do Brasil. Para ajudar quem está planejando essa conquista, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber antes de fechar negócio.

Por que Comprar um Apartamento em Balneário Camboriú?

Balneário Camboriú é conhecida como a “Dubai Brasileira” pela modernidade dos prédios, infraestrutura de alto padrão e valorização constante do mercado imobiliário. Além disso, a cidade oferece:

  • Localização estratégica no litoral catarinense;
  • Qualidade de vida, segurança e lazer;
  • Forte potencial de valorização para investidores;
  • Alta demanda por aluguel de temporada e anual.

Passo a Passo para Comprar seu Imóvel

1. Defina seu orçamento

Antes de iniciar a busca, é essencial saber quanto pode investir, considerando entrada, parcelas e custos adicionais.

2. Escolha a região certa

Cada bairro de Balneário Camboriú tem um perfil:

  • Centro: praticidade, comércio e serviços próximos.
  • Pontal Norte: contato com a natureza e vista privilegiada.
  • Barra Sul: alto padrão, gastronomia e vida noturna.

3. Visite o imóvel e avalie detalhes

Observe posição solar, andar, vista, infraestrutura do prédio e taxas de condomínio.

4. Documentação e segurança jurídica

Verifique escritura, matrícula atualizada e certidões negativas. Um corretor credenciado ajuda a evitar problemas.

5. Financiamento ou pagamento à vista

Compare taxas bancárias, condições de crédito e benefícios para compra à vista.


Custos Extras na Compra de um Apartamento

Além do valor do imóvel, considere:


Dicas para Evitar Problemas na Compra

  • Sempre conte com um corretor de imóveis credenciado;
  • Pesquise o histórico da construtora e do prédio;
  • Leia atentamente o contrato antes de assinar.

Conclusão

Comprar um apartamento em Balneário Camboriú é um investimento seguro e um sonho possível. Com planejamento e orientação profissional, você pode encontrar o imóvel ideal para morar, investir ou passar férias inesquecíveis.

👉 Se você quer ajuda para encontrar o apartamento certo em Balneário Camboriú, fale agora com a equipe da Marconatto Imóveis.

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Receita Federal regulamenta o Cadastro Imobiliário Brasileiro: o que muda para o mercado imobiliário

A Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União de 18 de agosto de 2025, a Instrução Normativa RFB nº 2.275/2025, que regulamenta a adoção do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) e o compartilhamento de informações por meio do Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter).

Essa medida tem base na Lei Complementar nº 214/2025 e entra em vigor imediatamente, trazendo novas obrigações para cartórios, tabelionatos e registros de imóveis, mas que também afetam diretamente o mercado imobiliário, corretores e incorporadoras.

O que é o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)?

O CIB será o identificador único de imóveis urbanos e rurais em todo o país. Na prática, cada imóvel passará a ter um código padronizado, registrado em todos os documentos e sistemas oficiais.

Isso significa:

  • Mais transparência nas transações imobiliárias.
  • Redução de fraudes e conflitos sobre registros.
  • Maior integração de dados entre cartórios, Receita Federal e demais órgãos públicos.

O papel do Sinter

O Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter) é a plataforma que fará o compartilhamento dos dados.

Sempre que houver lavratura ou registro de um ato imobiliário, os cartórios deverão enviar eletronicamente essas informações para a Receita Federal, de forma imediata e padronizada.

Esse processo permitirá a construção de uma base unificada de informações territoriais e imobiliárias no Brasil, algo inédito até hoje.

O que o Cadastro Imobiliário Brasileiro muda para corretores de imóveis e o mercado imobiliário?

Embora a norma seja direcionada principalmente aos serviços notariais e de registro, os impactos chegam ao dia a dia do corretor de imóveis e do investidor:

✅ Mais segurança jurídica: cada imóvel terá um código único no Cadastro Imobiliário Brasileiro, reduzindo riscos de sobreposição de registros ou fraudes.
✅ Agilidade em transações: a integração digital com o Sinter deve acelerar etapas burocráticas e dar mais confiabilidade às informações.
✅ Valorização da transparência: compradores terão mais confiança nas transações, o que pode impulsionar a liquidez do mercado.
✅ Maior fiscalização: operações imobiliárias estarão mais visíveis para a Receita Federal e administrações tributárias, o que exige atenção total à conformidade fiscal.

Obrigações e prazos

Segundo a Instrução Normativa:

  • Cartórios devem adotar o código de identificação único do Cadastro Imobiliário Brasileiro dentro do prazo previsto na Lei Complementar nº 214/2025.
  • Todas as informações deverão ser enviadas eletronicamente para o Sinter.
  • O descumprimento das regras poderá resultar em sanções aplicadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e outras penalidades administrativas.

O plano de implementação já foi divulgado e prevê etapas rápidas de adaptação, com entrada em produção até novembro de 2025.

implementação do CIB ocorrerá em etapas:

  •  Até 1º de janeiro de 2026:
    • Órgãos da administração federal (direta e indireta) devem adaptar seus sistemas.
    • Capitais dos estados e o Distrito Federal devem incluir o CIB em seus cadastros.
    • Cartórios e serviços registrais devem adotar o código do CIB como identificação cadastral dos bens.
  •  Até 1º de janeiro de 2027:
    • Estados, Distrito Federal e todos os municípios devem estar com seus sistemas adequados ao CIB.

A partir desse prazo, a utilização do CIB será obrigatória, inclusive constando em:

  • ✔ Documentos relativos à construção civil;
  • ✔ Transações de compra e venda de imóveis;
  • ✔ Obrigações fiscais e tributárias relacionadas ao IBS e CBS.

A regulamentação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) representa um marco para o setor imobiliário.

Se por um lado traz mais obrigações aos cartórios e registros, por outro, gera segurança, padronização e transparência para todos os envolvidos no mercado imobiliário: corretores de imóveis, incorporadoras, investidores e compradores.

Por enquanto, nenhuma ação imediata é exigida dos contribuintes.

O próprio sistema se encarregará de gerar o CIB, a partir dos convênios celebrados entre:

  • Prefeituras;
  • Cartórios de registro de imóveis;
  • Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR);
  • E as administrações fiscais.

Porém, é fundamental que empresas e investidores acompanhem a evolução do tema, atualizem seus dados cadastrais e fiquem atentos às publicações do Sinter e do Comitê Gestor do IBS/CBS.

📌 Para o corretor de imóveis, a principal mudança será lidar com um sistema mais integrado, que pode agilizar as transações e fortalecer a confiança do cliente.

Cadastro Único Específico (CIB) representa um marco na organização cadastral e tributária do Brasil. Ele trará mais transparência, segurança jurídica e controle fiscal sobre operações com imóveis, tanto urbanos quanto rurais.

Por outro lado, o CIB e a reforma tributária impõem novos desafios, especialmente no que diz respeito à gestão patrimonial, planejamento tributário e adequação cadastral.

FONTE:  Mercado Imobiliário

Imóvel para morar ou para alugar: qual o melhor investimento em Balneário Camboriú?

Melhor investimento: imóvel para morar ou para alugar em BC?

Ao investir em imóveis em Balneário Camboriú, surge uma dúvida comum: vale mais a pena comprar para morar ou para alugar?

Ambas as opções têm vantagens, e a escolha ideal depende dos seus objetivos financeiros e de vida.

Comprar para morar: estabilidade e qualidade de vida

Vantagens:

  • Patrimônio pessoal
  • Economia com aluguel
  • Liberdade para personalizar
  • Segurança e conforto

Indicado para: famílias, aposentados, quem deseja estabilidade e moradia definitiva.

Comprar para alugar: retorno financeiro e renda passiva

Vantagens:

  • Geração de renda mensal
  • Possibilidade de aluguel por temporada
  • Valorização do imóvel a longo prazo

Indicado para: investidores, quem já tem residência principal ou quer diversificar patrimônio.

Qual dá mais retorno em BC?

  • Aluguel fixo: retorno médio de 0,4% a 0,6% ao mês sobre o valor do imóvel
  • Aluguel por temporada: pode chegar a 1% ao mês, especialmente em alta temporada

Por fim:

Não existe uma única resposta. O melhor investimento depende de seu perfil e planejamento.

Quer avaliar qual imóvel atende melhor seus objetivos? A equipe da Marconatto Imóveis pode te apresentar as melhores opções.

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Vem aí uma nova e surpreendente onda de valorização em Balneário Camboriú

Previsão é que o metro quadrado na orla aumente 40%

Balneário Camboriú (foto: Patrick Rodrigues)

A reurbanização da orla de Balneário Camboriú, projetada pelo arquiteto Índio da Costa, que foi o responsável pela revitalização de Copacabana, transformará a paisagem urbana e deve impulsionar o valor dos imóveis na cidade com o metro quadrado mais caro do Brasil. A nova onda de valorização deve chegar a 40% – um patamar ainda maior do que após o alargamento da faixa de areia.

A projeção é do especialista em investimentos imobiliários Renato Monteiro, CEO da Sort Investimentos. Foi dele, também, a previsão do índice de valorização após o engordamento da praia, que alcançou 30% à beira-mar. Atualmente, a média do metro quadrado na Avenida Atlântica é de R$ 30 mil.

A reurbanização da orla de Balneário Camboriú terá o primeiro trecho entregue ainda este mês. Considerada um das maiores renovações urbanísticas já feitas no Brasil, a obra prevê a urbanização de uma área de 250 mil m² e a criação de um parque linear com 600 mil m², que inclui uma parte da faixa de areia alargada. Também está prevista a implementação de um sistema de macrodrenagem avaliado em mais de R$ 32 milhões, cujo edital de licitação já está aberto.

A obra foi dividida em 18 trechos. A primeira parte tem 230,45 metros de extensão e uma área de quase 9 mil m², com investimento de R$ 15 milhões.

Para a execução da nova orla, a prefeitura adotou um modelo de parceria com a iniciativa privada em que as construtoras assumem responsabilidade por diferentes trechos da obra em troca de títulos de Outorga Onerosa do Direito de Construir – valor pago para a prefeitura para utilizar o espaço aéreo da cidade ao executar prédios maiores que os previstos no plano diretor.

Veja como será a nova orla:

A obra foi dividida em 18 trechos. A primeira parte tem 230,45 metros de extensão e uma área de quase 9 mil m², com investimento de R$ 15 milhões.

Para a execução da nova orla, a prefeitura adotou um modelo de parceria com a iniciativa privada em que as construtoras assumem responsabilidade por diferentes trechos da obra em troca de títulos de Outorga Onerosa do Direito de Construir – valor pago para a prefeitura para utilizar o espaço aéreo da cidade ao executar prédios maiores que os previstos no plano diretor.

– A revitalização da orla de Balneário Camboriú traz não só melhorias estéticas, mas também um incremento significativo na qualidade de vida, segurança e infraestrutura, fatores que são extremamente valorizados por investidores. A projeção para os próximos anos é de uma valorização contínua dos imóveis, especialmente devido à escassez de terrenos frente ao mar e à crescente demanda de investidores por propriedades de alto padrão na cidade, o que resulta também em uma liquidez dos imóveis superior à encontrada em outras regiões do país. Por conta de todos esses fatores, deve haver uma valorização de até 40% nos próximos anos – Renato Monteiro.

A reurbanização da Praia Central de Balneário Camboriú trvai transformar a paisagem da Avenida Atlântica. Entre as novidades, está o plantio de 2.500 árvores de 26 espécies diferentes, áreas de lazer com 12 playgrounds, seis dog parks, canchas de bocha, academias e espaços de alongamento.

Com o objetivo de incentivar a micromobilidade na cidade, a nova orla terá uma ciclovia com mais de 20 mil m² e também uma pista de corrida com 15 mil m². Haverá também dois pontos de apoio para surfistas, quiosques e três áreas destinadas à pesca. Serão instaladas 322 câmeras de segurança, além de 1.026 postes de iluminação no passeio e 133 na areia.

Fonte: 16/07/2024 – 15:07 – Atualizada em: 17/07/2024 – 10:35 – https://www.nsctotal.com.br/

Dagmara Spautz

dagmara.spautz@nsc.com.br

Reforma tributária antecipa cobrança de imposto na compra e venda de imóvel; Procuradoria vê risco

Projeto de lei prevê que taxação via ITBI, um tributo municipal, poderá ocorrer no momento da assinatura do contrato de compra e venda, e não apenas na transferência do bem; cobrança já é feita dessa forma em cidades como São Paulo.

BRASÍLIA – A pedido dos prefeitos, o Ministério da Fazenda antecipou o momento da cobrança do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), um tributo municipal e do Distrito Federal que é pago pelo comprador do bem. A alteração consta no segundo projeto de lei complementar da reforma tributária, que agora será analisado pelo Congresso Nacional.

Atualmente, essa taxação ocorre no momento da transferência da propriedade do imóvel – sendo que, pelo Código Civil, os direitos só são considerados transferidos por meio do registro no cartório de imóveis. O novo projeto, no entanto, abre a possibilidade de a prefeitura realizar a cobrança logo após a assinatura do contrato de compra e venda, que ocorre antes da transferência.

Essa cobrança já é feita por alguns municípios do País, como, por exemplo, a cidade de São Paulo. Há mais de 30 anos, a capital paulista prevê a taxação do ITBI com a mera cessão dos direitos decorrentes do compromisso de compra e venda – regra que é alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, a alíquota praticada em São Paulo é de 3%.

Atualmente, taxação ocorre no momento da transferência da propriedade do imóvel. Projeto abre a possibilidade de cobrança logo após a assinatura do contrato de compra e venda, que ocorre antes.
Foto: Nilton Fukuda/Estadão / Estadão

O pedido para a inclusão desse trecho no projeto de lei complementar da reforma tributária foi, inclusive, liderado pela capital paulista, segundo apurou a reportagem.

Na avaliação do pesquisador do Insper Breno Vasconcelos, trata-se de uma ampliação do âmbito de incidência do tributo. “A alteração prevista pelo PLP (projeto de lei complementar) amplia o âmbito de incidência do ITBI, ao incluir, entre as hipóteses para a sua cobrança, a mera celebração da cessão onerosa de direitos, independentemente de sua efetiva transmissão com o registro no cartório competente”, pontua o tributarista do Mannrich e Vasconcelos Advogados.

A mudança na regra foi inserida no projeto apesar de alertas formais emitidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Em parecer anexado à minuta do projeto de lei, obtido pelo Estadão, o órgão aponta risco jurídico nesse artigo específico.

No documento, a PGFN destaca que há pronunciamentos do STF apontando a impossibilidade de se cobrar o ITBI após a mera formalização da compra e venda, sob pena de se considerar constituído o crédito antes da ocorrência do fato.

“O tema ainda está pendente de apreciação (no STF), circunstância que endossa o cenário de risco jurídico da proposição ora analisada”, diz o parecer, que é assinado eletronicamente pela procuradora-geral da PGFN, Anelize de Almeida.

Para Vasconcelos, a alteração não vai na contramão apenas das manifestações mais recentes da Suprema Corte, como também diverge do texto da Constituição.

“Embora a alteração prevista pelo PLP resolva a controvérsia sob a perspectiva da legislação complementar, ao nosso ver, a questão ainda deve ser analisada a partir do artigo 156 da Constituição, que vincula o ITBI à transmissão do imóvel ou dos respectivos direitos reais, o que demanda o efetivo registro imobiliário”, afirma o tributarista.

O secretario-executivo da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Gilberto Perre, afirmou em entrevista coletiva que o objetivo da mudança foi exatamente reduzir os questionamentos sobre esse tema. “Temos a expectativa de que o texto vá na direção de diminuir esse debate”, afirmou. Segundo ele, não se trata de tributo novo nem mais imposto para o contribuinte.

Perre também ponderou que essa antecipação da cobrança teria o objetivo de uniformizar o momento de taxação do ITBI e do IBS, o novo imposto estadual e municipal que substituirá o ISS e o ICMS, existentes atualmente.

Nos bastidores, os municípios citam a possibilidade de pleitear a não incidência do IBS na compra e venda de imóveis caso não consigam aprovar a proposta de antecipação do ITBI. O objetivo seria o IBS não “concorrer” com o ITBI – o que, na visão de parte dos gestores locais, poderia ocorrer caso eles tenham momentos distintos de cobrança.

A reforma tributária prevê que o IBS não incidirá em compra e venda de imóveis entre pessoas físicas, mas será cobrado quando a aquisição for, por exemplo, diretamente da construtora. Ainda assim, Perre nega que isso configure dupla taxação. “Não é bitributação, são fatos geradores bastante distintos”, afirmou.

fonte: https://www.terra.com.br/economia/reforma-tributaria-antecipa-cobranca-de-imposto-na-compra-e-venda-de-imovel-procuradoria-ve-risco,8c3c6c2d5e16f5ce372e6ce36b9d6f63p2k50qln.html

O preço do seu aluguel vai subir muito ou vai subir pouco? Depende do indexador; entenda

Mercado prevê que um dos indicadores de correção de preços deve encerrar o ano apontando deflação, enquanto outro, o IPCA, deve mostrar aceleração de 4,75% em 2023. E essa é uma das réguas de mercado para os reajustes nos contratos

Se você é locatário, o preço do seu aluguel vai subir – e isso é um fato. Mas se ele vai subir muito ou pouco de um ano para outro, aí já depende do indexador no seu contrato. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) é o indexador mais comum nessas relações, por isso é conhecido como “inflação do aluguel“. Na prática, essa é a taxa de referência no mercado para correção dos preços de locação de imóveis.

Acontece que durante a pandemia o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial de mercado, substituiu o IGP-M em muitos desses contratos, porque subiu de forma mais relevante. Multiplicaram-se na Justiça pedidos de locadores para substituição do IGP-M pela IPCA como indexador de correção do aluguel em contratos já firmados.

O IGP-M acelerou de 0,34% para 0,64% entre a segunda prévia de setembro e a de outubro. No encerramento do mês passado, marcou alta de 0,37%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

E esta é a maior taxa para uma leitura dos 10 primeiros dias no mês (o chamado decêndio) desde dezembro (0,77%). Comparado ao mesmo indicador para o mês fechado — que utiliza períodos de coletas diferentes —, seria o mais alto desde abril de 2022 (1,41%).

A aceleração de preços mensal, no entanto, não deve impedir que o IGP-M encerre 2023 com taxa anual negativa. Até outubro, a segunda prévia acumula quedas de 4,32% e de 4,44% no ano e em 12 meses, respectivamente, segundo a FGV. Se confirmada ao fim de dezembro, será a primeira deflação do IGP-M desde 2017 (-0,52%).

Mas isso não significa que seu aluguel vai ficar mais barato, acompanhando a queda no indicador. Na verdade, apenas a régua para correção do aluguel indexado pelo IGP-M será menor que a do indexado pelo IPCA, previsto para encerrar este ano com alta de 4,75%, segundo o último Boletim Focus do Banco Central.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

A disparada nos preços do atacado, em especial commodities como minério de ferro, puxou o IGP-M neste mês, segundo o economista responsável pelo indicador no FGV Ibre, André Braz. E essa influência do atacado foi tão forte que acabou por diminuir o impacto da desaceleração de preços do varejo.

Ao ser questionado se essa arrancada de preços do atacado poderia acelerar a taxa do IGP-M até o fechamento de coleta de preços para o indicador total, a conduzir o IGP-M completo de outubro para mais de 1%, Braz informou não acreditar nessa hipótese.

Em seu entendimento, os sinais até o momento são de que o índice deve encerrar o mês próximo ao resultado da prévia divulgada hoje, sem uma nova aceleração na comparação. “E, para a taxa anual do IGP-M de 2023, muito improvável que não encerre negativa”, reiterou, ao acrescentar que não daria tempo, em menos de três meses, de a variação do IGP-M em 12 meses voltar ao terreno positivo.

Com informações do Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico.

Por Valor Investe — São Paulo – 19/10/2023 13h27

Valorização imobiliária em Balneário Camboriú cresce 4 vezes mais que a média nacional

Outras duas cidades do Litoral Norte também aparecem em posição de destaque no ranking de valorização imobiliária dos últimos 12 meses

Com o metro quadrado mais caro do país, a cidade de Balneário Camboriú, no litoral Norte de SC, lidera também o índice de valorização imobiliária entre as cidades brasileiras monitoradas pela FipeZap+. Nos últimos 12 meses, o preço de venda dos imóveis residenciais cresceu 21,27%.

O número se destaca por ser cerca de quatro vezes maior do que a média nacional divulgada pelo Índice FipeZap+, que fica em 5,61%. A cidade aparece muito a frente de outros grandes centros urbanos do país, o que mostra a franca expansão e valorização do setor na região.

E em 2023, os números já mostram bons resultados. A variação acumulada do ano do comportamento de preço de venda já soma um aumento de 8,28%, segundo o informe de julho do Índice FipeZap+.

Outras duas cidades do Litoral Norte também aparecem no relatório. São elas Itapema, com o segundo metro quadrado mais caro do país, e Itajaí, que aparece na quinta colocação no relatório.

Em Itapema, a valorização imobiliária nos últimos 12 meses também foi a segunda maior, atingindo o valor de 20,21% de aumento. Em 2023, a cidade acumula até o momento um acréscimo de 12,05% na valorização.

Já Itajaí registrou ao longo do último ano um crescimento de 15,89% na valorização imobiliária dos imóveis residenciais. Neste ano, o município teve uma variação acumulada de 9,19% no preço dos imóveis.

Os municípios de Florianópolis, Blumenau, Joinville e e São José também aparecem no relatório. A capital catarinense teve uma variação anual de 12,76%, enquanto a maior cidade do estado, Joinville, registrou 9,62% de variação no ano.

Blumenau teve 13,92% de variação acumulada nos últimos 12 meses e São José 20,18%, ocupando o terceiro lugar no ranking depois de Itapema.

Além da valorização, disputa segue por metro quadrado mais caro

Balneário Camboriú e Itapema seguem na “disputa” pelo metro quadrado mais caro do país. No relatório de julho da FipeZap+, o valor médio do metro quadrado de venda de imóveis residenciais Balneário Camboriú ficou em R$ 12.335.

Itapema, na segunda colocação nacional, tem o preço médio de R$ 11.717. Vitória (ES) e São Paulo (SP) aparecem em terceiro e quarto lugar, e são seguidas pelas catarinenses Florianópolis, com R$ 10.313 e Itajaí, com R$ 10.106.

NATHALIA FONTANA, ITAJAÍ17/08/2023 ÀS 15H30

Reurbanização da Praia Central em Balneário Camboriú começará em março de 2023

O projeto tem como objetivo melhorar a infraestrutura e a mobilidade urbana da região, proporcionando aos moradores e turistas uma cidade mais sustentável e com mais qualidade de vida.

Divulgação PMBC

A tão esperada obra de reurbanização da Praia Central de Balneário Camboriú está prevista para começar em março deste ano. O projeto tem como objetivo melhorar a infraestrutura e a mobilidade urbana da região, proporcionando aos moradores e turistas uma cidade mais sustentável e com mais qualidade de vida.

Inicialmente, a reurbanização começaria em janeiro pela Barra Sul, mas os planos foram reajustados devido a uma exigência da prefeitura que ainda não foi finalizada, que prevê a quitação de dívidas tributárias das construtoras já a partir da execução das primeiras etapas.

Além disso, a obra está programada para começar após a alta temporada de verão, para não prejudicar os turistas e moradores da região. O primeiro trecho a ser revitalizado será de aproximadamente 300 metros.

Divulgação PMBC

O projeto de reurbanização da Praia Central foi assinado pelo escritório de arquitetura Índio da Costa, do Rio de Janeiro, e tem como objetivo criar um parque linear à beira-mar, integrando pontos de Norte a Sul e instalações de lazer como dog parks, playgrounds infantis, academias de ginástica, quiosques, pistas de corrida e caminhada, postes de iluminação e lixeiras, além de um novo sistema de drenagem pluvial para dispersar a água da chuva e integrar a vegetação da restinga.

A recuperação do plantio é uma condicionante imposta pelo IMA para que o alargamento da faixa de areia da Praia Central recebesse o licenciamento ambiental e pudesse ser realizado. A implantação da vegetação está prevista para iniciar após a obra de urbanização.

Divulgação PMBC

O custo total do projeto é estimado em R$ 330 milhões, sendo que o primeiro trecho avaliado em cerca de R$ 14,1 milhões. Parte dos custos será financiada por meio da Cofiex (Comissão de Financiamento Exterior) do Ministério da Economia.

O projeto de criação do túnel imerso entre Itajaí e Navegantes sob o rio Itajaí-Açu também está incluso neste montante.

Com o andamento da reurbanização, o mercado imobiliário de Balneário Camboriú poderá se valorizar ainda mais. No último ano, imóveis da região apresentaram uma média de 23,77% de valorização, enquanto alguns apartamentos beira-mar e na quadra mar registraram um acréscimo de cerca de 30%.

O projeto Masterplan, criado pelo arquiteto Jaimer Lerner, também contribuirá para a valorização imobiliária, com a criação dos sete novos “Caminhos do Mar”, revitalizando e integrando diversas ruas de bairros de Balneário Camboriú com a praia.

A expectativa é que os imóveis residenciais dessas regiões alcancem uma valorização de até 20%. A reurbanização da Praia Central de Balneário Camboriú promete trazer muitos benefícios para a região e seus moradores.

Fonte: Redação Linha Popular 14/03/2023